domingo, 1 de março de 2020

Celtas & Druidas


DEA MATRONA: Mãe tríplice é a deusa mãe dos celtas. É representada como três mulheres, cada uma segurando um objecto diferente, como um cão, um peixe e um cesto. O número três era considerado um número sagrado para os celtas, daí as figuras triplas ou deuses de três cabeças. A Lua (a Senhora do Destino) é a grande trindade feminina de Donzela, Deusa Mãe e Anciã. A fase da lua mais importante na religião celta é a lua cheia, que é quando eles rezam á sua Deusa para os proteger de todos os males que existem.

SUCELLUS: Às vezes descrito como o rei dos deuses, indicativo de seus poderes de proteção e provisão. Sucellus representa a fertilidade e carrega um grande martelo de cabo longo. O seu nome significava O que Bate Bem. Ele usava o martelo para bater na terra, acordando as plantas e anunciando o início da primavera.

Antigamente, as ciganas costumavam ser consideradas bruxas. Em 1427 o bispo de Paris mandou excomungar todos os parisienses que tinham consultado as ciganas.

Bruxas, ciganos, magia...

A cidade de Évora, Património Mundial da Unesco, que alberga uma das ruínas Romanas mais bem preservadas de Portugal,  ficou conhecida tanto por ser o local onde a força da Inquisição se fez mais presente como por ser uma terra consagrada ao sobrenatural e à feitiçaria. No século XVII, os ciganos já haviam se espalhado por todos os países da Europa e deles seguiram para colônias na América e na África. Sempre que se fala de Évora, se remete à lembrança da Bruxa de Évora, mas o que muitos não tem conhecimento sobre esta localidade portuguesa, é que nos tempos, ou melhor, nos primórdios evorianos, em que viveu a bruxa, 80% da população era cigana.

Évora é cidade contadora de histórias. As ruas revelam uma monumentalidade construída ao longo de milhares de anos por diferentes civilizações que ali foram chegando desde a antiguidade. Para os celtas, foi Ebora.

Os Celtas começaram a chegar na Península Ibérica, ainda na chamada Idade do Ferro entre os séculos VII e IV antes de Cristo [anos 700 a 400 a.C.] e iniciaram a ocupação do Alentejo [onde localizam-se distrito e cidade de Évora. Foi essa magia primitiva que, aos poucos, transformou-se na Bruxaria da península Ibérica, resultado da interação com saberes de outras nações: romanos pagãos, Mouros (muçulmanos, Sarracenos) e os ciganos.

Em Portugal, o maior megalítico até agora conhecido situa-se e é o mais importante elemento do notável conjunto de construções megalíticas da região de Évora. Admitindo-se que a sua edificação ocorreu na transição do século IV para o século III a.C., o que coincide com uma das fases de evolução de Stonehenge, é razoável aceitar que os respectivos povos tivessem alguma relação, pelo menos cultural. (Máximo Ferreira, in revista Super Interessante. Adaptado).

Trocando informações de magia, os ciganos evorianos, aprenderam muito com esse povo ali existente, nos deixando um legado de artes mágicas, que passa de geração a geração entre nós.

E esta comunhão se deu de forma tão natural, entre ciganos e bruxos, também por serem excluídos da sociedade portuguesa na época, em que se temia os feiticeiros, os ciganos e os bruxos, ainda que, portugueses, nobres ou não, escondidos pelos recantos de Évora, procuravam-nos nas tardes amenas, para encomendar trabalhos, magias e bruxarias, a fim de resolver de forma mística os seus problemas.

Como parte de sua cultura, ainda, os ciganos costumam festejar todos os ritos de passagem: nascimento, morte, casamento e aniversário. Fazem uso em grande escala de chás e ervas, para tratamento de saúde e purificação espiritual.Percebe-se então, que a crença espiritual dos ciganos assemelha-se com a Arte ou Antiga Religião, dos druidas, da cultura Celta.

A partir disso podemos nos atrever a dizer que houve uma influência muito importante desses povos, ciganos e celtas, nas culturas européias modernas, especialmente em países como Espanha, Portugal, Irlanda e Inglaterra. Outros pontos em comum dessas duas culturas é o ritual à “grande madrinha”. Os ciganos reverenciam a Lua Cheia, como maior símbolo de ligação com o Universo.

Quem foram os druidas?

Para falar de Druidismo, iremos passear por diversas culturas em todo o mundo, seriam necessários vários livros para abranger tão fascinante história. James MacKillop, autoridade mundial em assuntos irlandeses, define os druidas como “uma ordem de sacerdotes-filósofos da sociedade céltica  pré-cristã”. De acordo com as fontes clássicas (gregos e romanos), os Druidas eram filósofos, teólogos, médicos, videntes, profetas, magos e poetas. Exerciam suprema autoridade sobre assuntos religiosos, judiciais e legislativos,  e educavam jovens e aspirantes à sua ordem. Estudavam, entre outras coisas, astronomia e ciências naturais, e o aprendizado levava cerca de 19 anos.  Não pagavam impostos, e embora não fossem obrigados a ir à guerra, em várias ocasiões se envolveram em rebeliões e levantes contra os romanos, que viam os Druidas como um empecilho para a conquista romana das terras célticas. Daí a necessidade, por parte de escritores como Júlio César, de denegrir a imagem dos celtas como “bárbaros” e “cruéis”.

A lua foi reverenciada, simbolizando a Grande Deusa. A magia que nos chegou dos druidas foi pouca, entretanto, ficou restrita a alguns guardiões da Tradição. A mais conhecida delas é a alquimia vegetal. Das plantas, os druidas preparavam elixires, chás, misturas que conferiam principalmente saúde ou os preparavam para estados de transe que permitiam aumentar o nível de consciência. Das árvores eles também aumentavam a força e o vigor, abraçando-as. Sem dúvida o visco, extraído do carvalho, é o mais importante, pois curava a infertilidade dos animais e era um antídoto contra todos os venenos. Para recolher o visco havia um grande cerimonial druídico sempre seguindo as influências lunares.

Etimologicamente a palavra druida deriva do galo dru-(u)id, tendo o sentido de: “dono da ciência” ou “muito sábio”. Os galos eram um povo pertencente ao tronco celta localizado principalmente onde se encontra atualmente França, Bélgica e Luxemburgo, perto do ano de 1000 a.C.

O historiador romano Plínio o Velho, entretanto, relacionou etimologicamente a voz druida com o nome grego drãj 'carvalho', certamente pela importância que nos cultos religiosos druídicos tinham esta e outras árvores.

A iniciação de um sacerdote druida durava aproximadamente vinte anos. O Druidismo é um caminho espiritual de natureza pagã, todo druida é um pagão.

O termo pagão tem origem no vocábulo latino paganus, que era usado para designar alguém que nasce no pagus (o campo, a Natureza). Somente na Idade Média, que o paganismo foi relegado às sombras com o domínio da Igreja Católica e a criação da Inquisição, cujo objetivo era eliminar de vez as antigas crenças.

Os druidas oficiavam seus cultos no Nemeton, que em gaulês significa lugar sagrado. O nome em irlandês "Nemed" corresponde ao gaulês para santuário ou sagrado. O Nemeton na floresta era o santuário dos druidas - O Bosque Sagrado - e os círculos de pedras eram conhecidos como Cromlech.

Há evidências de alguns videntes célticos que entravam em transe e conseguiam prever eventos futuros e traduzi-los, com sabedoria, ao consulente. Interpretavam o vôo dos pássaros, dialogavam com o Espírito que segundo eles habitavam o Carvalho, árvore que consideravam sagrada, possuíam em alto grau a faculdade de curar, como o atestam muitos historiadores, por conta disso, sua medicina magnética tornou-se tão célebre, que de todas as partes do mundo, muitos os vinham consultar.

Isto é reforçado pelos traços mais marcantes da espiritualidade dos druidas: uma profunda integração com o meio ambiente; a percepção de que a Natureza é viva; o reconhecimento dos espíritos de todas as coisas; e a crença de que esse espírito é imortal.

Muitos desses elementos são encontrados em tradições xamânicas ao redor do planeta, nas mais diferentes culturas. Como escreve Leslie Jones em Druid, Shaman, Priest, "se existiram xamãs na sociedade celta, estes eram os druidas."

Os celtas

OS CELTAS – “O grande poder dos celtas era, e ainda é, o mito.” Assim o historiador, poeta e folclorista Jean Markale define o que sabemos sobre os celtas. Os celtas não eram um povo, mas muitos povos que habitaram a Europa central e as Ilhas Britânicas a partir do século X a.C. Eram fisicamente diferentes uns dos outros, viveram momentos históricos diferentes (os gauleses, por exemplo, foram massacrados por Júlio César no século I a.C.; na Irlanda, os gaélicos chegaram a conhecer o cristianismo na Idade Média) e tinham atividades econômicas e de subsistência variados, conforme a região: agricultura, pecuária, pesca, e até caça e coleta de alimentos. Muitas tribos tinham conflitos históricos e rivalidades, muitas vezes exploradas por povos invasores. Mas, apesar de diferentes entre si, os celtas possuíam muita coisa em comum: parentesco lingüístico, estruturas políticas e religiosas, mitologia, arte, enfim tudo o que se costuma chamar “a cultura celta”.

Quando uma tribo atingia um número determinado de habitantes, ela se dividia. Uma parte para outro lugar a fim de organizar uma nova aldeia, seguindo o sinal que era fornecido pelas aves totêmicas, até chegarem às novas terras. Eles eram organizados política e socialmente em tribos independentes que, ao longo dos anos, foram se espalhando pela Europa.

Os celtas não eram reencarnacionistas do mesmo modo que são os espíritas ou hinduístas. Para os celtas, a alma era imortal e podia viver muitas vidas, sim, mas não havia o conceito de carma, recompensas ou punições.

Para os celtas não havia um julgamento e nem uma ênfase na necessidade de fazer reparações ao reencarnar. A ênfase era em passar por novas experiências e o impulso da alma não era o dever imposto por um carma, mas sim o desejo e a necessidade natural de reviver até entrar em sintonia com o mundo dos deuses - lugar perfeito em si.

O cotidiano celta era repleto de uma magia natural, que acontecia através da forma com que observavam o mundo. Para os celtas, os mundos físico e espiritual eram um único mundo; não havia separação entre o natural e o sobrenatural. Eles enalteciam o universo natural, reconheciam seu valor na sua energia. A sua mitologia e religião estavam centraliza, representando o amor, a morte, a sexualidade e a fertilidade.

Outra coisa muito bonita e importante nos ensinamentos celtas é o valor que eles davam à amizade, coisa rara nas sociedades modernas em que as pessoas sempre se esquivam das outras, por medo de serem “sugadas”. Para esse povo, uma amizade ultrapassava qualquer fronteira, qualquer plano. Existe a expressão gaélica que retrata muito o valor que davam à amizade, "anam cara" (amigo da alma), que O’Donohue retratou de uma forma encantadora em sua obra.

O conceito de amizade deu aos celtas a ideia de companherismo, solidariedade, fidelidade, amizade profunda e especial. Além de seus conceitos sobre a vida, o universo mágico celta pode nos auxiliar a adquirir mais equilíbrio, tranquilidade, vigor, prosperidade, coragem, amor em nosso dia-a-dia, através de suas antigas práticas de magia com elementos da natureza. A natureza está aí: é só acionar a sua energia.

O povo era dividido em tribos que tinham o seu rei, o seu druid. Para o celta, a mulher era especial, e muito, porque era associada à Mãe Terra. Dentro da sociedade celta, a mulher também dominava a religião. Podia ser uma guerreira e podia escolher o seu parceiro. Quando ela se casava, trazia para o casamento seus bens, e se eles fossem superiores aos do marido, ela se tornava chefe do casal.

Levavam sempre em consideração a Roda do Ano (estações), os elementos da natureza, os pontos cardeais, o Sol, a Lua, e valorizavam a energia de tudo o que os rodeava. Eles reconheciam a energia dos elementos da natureza.

A terra, o ar, o fogo, e a água são representações e formas diferentes de energia, e a partir desses elementos todas as coisas são formadas. É o que chamamos de energia elemental, seres do mundo espiritual cuja tarefa é dirigir o poder divino para as formas da natureza. As pedras, por exemplo, eram consideradas como as energias espirituais mais antigas da Terra, e guardavam ensinamentos profundos, que eram revelados quando eram reverenciadas. Toda a Bretanha, Irlanda e Grã-Bretanha possuem pedras verticais espalhadas por diversas regiões, com tamanhos diversos.

Diferenças e semelhanças entre Wicca e Druidismo

Mesmo hoje em dia, com o druidismo cada vez mais difundido no cenário pagão, algumas pessoas ainda confundem essa religião com outra religião pagã bem popular, a wicca. Essa confusão se dá principalmente pelo fato de ambas apresentarem elementos celtas em sua filosofia. No entanto, apesar de seus praticantes conviverem em harmonia e não raramente dividirem um espaço sagrado ou um ritual, as duas religiões são bem diferentes entre si.

Wicca deriva de witchraft, ou “wiccian”, ou seja, bruxaria. Crê-se que o termo se consolidou com a publicação das obras de Aleister Crowley (1875-1947) e Gerald Gardner (1884-1964) entre 1930 e 1940. Houve uma popularização na década de 50 nos Estados Unidos e, em 1970, obteve grande impacto social junto à cultura hippie através de Alexander Sanders (1926-1988).

Os wiccanos reverenciam uma Deusa única manifesta sob diferentes formas, nomes e atributos. É considerada uma religião de princípio monista, culto dualista, crença politeísta e faz parte do ressurgimento atual do movimento neopagão. Sua proposta é a harmonia e o respeito a todas as formas de vida. Assim, criou espaço para uma ecologia sagrada e o diálogo inter-religioso com outras formas de espiritualidade. Origens da Wicca: A Wicca chega até nós através de Gerald Gardner e foi reconhecida em 1986 com religião. Gerald Gardner fazia parte da Ancient Order of Druids juntamente com Ross Nichols. Quando este último surge com novos estudos sobre a origem do druidismo, Gardner decide criar a nova religião Wicca. Acredita-se ter por volta de 800 mil adeptos nos Estados Unidos e Grã Bretanha. No Brasil, estima-se que existam 50 mil adeptos, cuja concentração reside em São Paulo e Brasília. Ela também pode ser vista como a religião da ecologia cujo objetivo é a harmonização com a natureza e a própria vida.

Wicca, no seu credo moderno e na sua estrutura ritual, lembra muito fortemente uma versão descristianizada da Ordem da Aurora Dourada (Golden Dawn), com muitas adições thelêmicas e teosóficas, assim como materiais obviamente emprestados de Aleister Crowley e da OTO. Todas essas fontes, e as personalidades envolvidas, floresceram na revivificação do ocultismo da primeira metade do século vinte e é do meio do século vinte que a Wicca data. A Wicca reivindica "descender espiritualmente" das antigas religiões pagãs, mas o fato é o de que a sua estrutura ritual e a sua teologia não sustentam quase nenhuma semelhança com nenhuma cultura nativa pagã autêntica da Europa.

A Bruxaria Tradicional, por outro lado, refere-se às crenças e práticas de famílias e organizações secretas da Arte que antecedem o século vinte. Normalmente, apesar de a doutrina e as práticas da Bruxaria Tradicional terem raízes em tempos muito antigos, o tempo mais longínquo que a maior parte das organizações tradicionais podem se datar com alguma exatidão é o século 17. Entretanto, o folclore e a história do século 11 em diante testemunham práticas similares àquelas transmitidas hoje pelas bruxas tradicionais.

Graças à ignorância de muitas pessoas, os seguidores da Wicca são muitas vezes confundidos com os satanistas, mas a verdade é que os adeptos dessa religião não acreditam no demônio. Aliás, os conceitos do diabo e do inferno fazem parte da teologia cristã e nunca existiu na Wicca, de acordo com o livro "Crenças e Práticas da Wicca".

Foi graças a esses sentidos negativos sobre a palavra bruxaria que alguns adeptos da Wicca pararam de referir a si mesmos como bruxos e passaram a receber o nome de wiccanos, de acordo com o livro "Wicca de A a Z". É bom que se saiba que a religião se opõe ao uso de magia prejudicial e desestimula as pessoas a ferir os outros fisicamente ou emocionalmente.Aliás, já ouviu falar na "Lei Tríplice"? Essa é a diretriz ética que os wiccanos acreditam. Ou seja, tudo o que desejamos para uma outra pessoa, hora ou outra, retorna para nós mesmo três vezes mais forte. Portanto, a Wicca prega que devemos desejar sempre o bem para recebermos o mesmo. É o que diz o livro "Espiritualidade Wicca".

A O Código Moral é simples e benevolente: “sem prejudicar ninguém, realize a sua vontade“. Ou seja, você é livre para fazer o que quiser, contanto que, de forma alguma, prejudique alguém ou você mesmo. Existem algumas virtudes que devem estar presentes nos seus adeptos: “humildade, compaixão, poder, força, reverência, honra, alegria e beleza”. A natureza wicca se apoia na liberdade de sua consciência.

Apesar de Gardner ter apresentado a Wicca como "o resgate da religião celta que havia sobrevivido oculta no interior da Inglaterra, transmitida oralmente por famílias de bruxos", sabemos que isso não é verdade: a religião celta é o druidismo.

No druidismo não se utiliza o athame, a vassoura e outros instrumentos próprios do ocultismo. Aliás, os rituais e encantamentos druídicos são mais próximos da magia natural, espontânea, do que da magia cerimonial ou da "Alta Magia". Mas, a tradição Wicca possui uma grande carga de elementos que não faziam parte da religião celta.

Esses elementos vêm da Magia Ritual, Cabala, tradições da maçonaria e até mesmo da Golden Dawn. Existem boatos de que Crowley, famoso ocultista do século 20, teria “encomendado” ao seu amigo Gardner a criação da Wicca para popularizar a religião Thelêmica, e sabemos que foi através das obras de Gardner que o paganismo foi ressuscitado.

O pentagrama, por exemplo, surge como símbolo de paganismo moderno, e não é um símbolo de origem celta. Ele era usado na Mesopotâmia por volta de 3.500 a.C. e, através da cultura judaica da cabala, acabou fazendo parte dos rituais da tradição Wicca. Associado ao planeta Vênus, o pentagrama significa que o homem é o complemento simétrico da natureza. O adepto deve trazê-lo sempre junto a si, como símbolo de sua relação entre o reino visível e invisível dos quatro elementos. Outro exemplo que posso citar é o uso do athame ou punhal nos rituais wiccanos, como canalizadores de energia, fato desconhecido na religião celta.

Ciganos Evorianos

Celtas & Druidas

CERNUNNOS: Um dos mais antigos deuses celtas, Cernunnos tem orelhas e chifres de um cervo. É o senhor dos animais, sendo muitas vezes representado ao lado deles, alimentando-os. Ele tem o poder da mutação, podendo aparecer na forma de cobra, lobo ou cervo. O deus chifrudo é o deus Cornífero, a deidade fálica e corresponde ao princípio masculino, a criatividade intelectual. Pode ser representado como um homem barbado, com os cascos e os chifres de um bode. Esse deus seria a contraparte masculina da imagem da deusa.

BRIGHID (Brígida ou Brigite). Que significa «grandeza». Devido ao fato de as virtudes e dotes de Brígida serem tão variados (era a padroeira da poesia, da fertilidade, da cura e do nascimento), pensou-se que poderia até ser uma variante da Grande Mãe, a divindade Danu. Com a chegada do Cristianismo, muitas das qualidades da deusa foram atribuídas a Santa Brígida. Tanto a deusa celta como a santa cristã estão associadas com a purificação pelo fogo e são quem mantém as chamas acesas.

EPONA: Deusa celta, patrona dos cavalos, mas cujos domínios se entendiam muito além disto,sendo responsável por acompanhar as almas das pessoas após sua morte. Ela era reconhecida em toda a Gália e seu culto chegava até o Danúbio e Roma. Epona foi venerada nas legiões romanas, que estenderam suas homenagens a ela por onde quer que estivessem. Era a única deusa celta que possuía um templo em Roma. Epona sempre é retratada cercada de cavalos. Seu símbolo é a cornucópia (símbolo representativo de fertilidade , riqueza e abundância). O vigor e a força do animal simbolizam o poder e a fertilidade da terra. Arqueólogos acreditam que figuras de cavalos brancos entalhadas em cavernas européias eram dedicadas a Epona. 

TARANIS (ou Tarann ou Taranuo). Era o deus do trovão e mestre do céu da antiga Gália. Cruzava os céus em sua carruagem de prata e o trovão era o ruído que faziam as rodas. Os raios eram produzidos pelas fagulhas que saíam dos cascos dos cavalos. A roda, portanto, foi atribuída a ele.Os romanos acreditavam que ele recebia sacrifícios humanos de seus adoradores. Deriva o seu nome das palavras taran ou toranos, que significam "relâmpago" ou "trovão", e chegou a ser considerado como o deus do fogo. Por isso, também aparecia, às vezes, como uma deidade relacionada com outros elementos essenciais, sobre os quais incidiria como uma espécie de princípio ativo.

MORRIGAN: era a deusa celta da guerra e da morte. Deusa que pode mudar sua forma humana para uma forma animal. Está sempre presente nas guerras e é invocada com os chifres de guerra ou o gralhar dos corvos. Sua função na guerra é difundir a força e a ira entre os soldados. Esta deusa também representa a renovação, a morte que dá lugar a uma nova vida, o amor, e o desejo sexual. A vida e a morte estão muito ligadas no universo celta. Morrighan é virgem, mãe e viúva. Pertence ao grupo dos Tuatha De Danann, os seres mágicos que viveram na Irlanda antes dos irlandeses atuais. Nas guerras, ela se transforma em corvo. É uma deusa completa que forma uma tríade sombria com Badbh e Macha, as três a mesma deusa, com características diferentes em cada manifestação. Também está relacionada à deusa Dana, "a Grande Mãe".

Fontes bibliográficas:
The World of The Druids - Miranda J. Green, 1997 
Arte Comentada - da Pré-História ao Pós-ModernoCarol Strickland,
Brumas do Tempo - Rowena A. Seneween, 2011. Templodeavalon.com

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Ano Bissexto e a Astrologia


Como a astrologia trabalha com o ano bissexto

Mas por que exatamente o ano bissexto foi instituído? "A necessidade de se acrescentar um dia a cada quatro anos acontece porque o ciclo completo da Terra ao redor do Sol demora 365 dias, cinco horas, 48 minutos e 46 segundos, quase 365 dias mais um quarto de dia. Assim, esse um quarto de dia se acumula e forma um dia inteiro a cada quatro anos. No Egito antigo já era sabido que o ano tinha 365 dias mais um quarto de dia só que esse tempo excedente nunca foi considerado. Assim, com os anos, a diferença entre o calendário e os ciclos naturais (estações do ano) só aumentava, causando grande desordem", ensina a astróloga Mônica Matta Machado Auler.

Segundo ela, o mapa astrológico dos nascidos em 29 de fevereiro é igual ao das outras pessoas. "A dificuldade dos nascidos em ano bissexto é saber quando comemorar o seu aniversário nos anos não bissextos. A astrologia resolve essa questão por meio do mapa da revolução solar que é feito considerando-se a cidade em que a pessoa estava no dia do último aniversário e o momento (dia e hora) em que a Terra completa mais uma volta (anual) ao redor do Sol, voltando para a mesma posição que estava no dia do nascimento. Esse dia deve ser considerado como réveillon individual. É quando se deve clarear as metas, definir mudanças para si mesmo e traçar projetos", adverte a astróloga.

O que poucos sabem "é que o retorno do Sol raramente ocorre no mesmo horário do nascimento, podendo ocorrer até em outro dia. Assim, um astrólogo pode ajudar muito a calcular com precisão a data de celebrar o nascimento", avisa Matta Machado. (AED)

Fonte: https://www.otempo.com.br/diversao/magazine/como-a-astrologia-trabalha-com-o-ano-bissexto-1.303877


domingo, 2 de fevereiro de 2020

02/02/2020 - Data Palindrômica

(Foto: Redação Galileu)

02/02/2020 é a penúltima data palíndromo do século

O dia de hoje, 02/02/2020, é uma data palíndromo - isto é, quando a sequência de números de dia, mês e ano pode ser lida em qualquer ordem: da direita para a esquerda, e da esquerda para a direita, sem que o significado se altere.

O “fenômeno”, também conhecido como capicua, é raro: só acontecerá mais uma vez neste século, no dia 22 de fevereiro de 2022 (22/02/2022). Depois, só quem estiver vivo em 21 de dezembro de 2112 (21/12/2112) poderá presenciar novamente. A primeira data palíndromo do século 21 foi em 20 de fevereiro de 2002 (20/02/2002).

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Curiosidade/noticia/2020/02/o-que-e-uma-data-palindromo.html



O que é palíndromo?
O QUE É?
O que é palíndromo? Essa figura de som é um recurso estilístico bastante utilizado por poetas e músicos.

Você sabe o que é um palíndromo? Trata-se de uma figura de som, isto é, uma figura de linguagem que contribui para a maior expressividade de um texto. Esse recurso estilístico consiste em palavras, frases, expressões e até mesmo números que são literalmente iguais se lidos da direita para a esquerda e vice-versa.



De origem grega, “palin” (novo) mais “dromo” (circuito, percurso), o vocábulo “palíndromo” também é conhecido como anacíclico, uma vez que as palavras fazem o próprio ciclo, ou seja, são palavras que refazem, inversamente, o seu ciclo de leitura – palavras que são lidas da direita para a esquerda e vice-versa.

Algumas palavras e números, como anilina, merecerem, 2002 e 909, são palíndromos naturais, ou seja, existem sem que alguém tenha os criado com a intenção palindrômica. Além dos palíndromos naturais, há os artificiais, isto é, palavras e expressões que foram, intencionalmente, criadas com base na lógica palindrômica.

Exemplos:

- "O decote V: veto cedo. (Carlos Drummond de Andrade)

- "Ria, só tive sorte má, a metros evito sair." (Sérgio Igrés)

- "Morram após a sopa marrom"



Como figura de linguagem que é, o palíndromo é muito explorado por poetas, compositores, uma vez que eles colaboram, e muito, para efeitos de sentido desejados pelo autor em suas obras, evidenciando, assim, as peculiaridades de cada autor.

São vários os músicos que se arriscam com os palíndromos, e um exemplo de sucesso é uma obra de Bártok. Nessa canção, o compositor apresenta uma sequência de seções sem estruturação clara, e a partir do meio da obra as mesmas seções são reapresentadas em ordem contrária:

A

B

C

D

C

B

A

Palíndromo na composição de Bártok

Rafael Fonseca destaca algumas peculiaridades da obra de Bartók, evidenciando que a lógica reflexiva e do repetir, representada pela sequência palindrômica ABCDCBA, fez surgir uma das obras de maior destaque da música clássica:

“Após 2 anos sem compor uma única nota, Bartók parece ter fundido nesta composição tudo o que havia experimentado antes [...] Ele tira proveito da linguagem de concerto, tratando os instrumentos ? em certa medida ? como solistas, mas na verdade o que Bartók faz é abrir um painel no qual a linguagem concertante ? de concordar, discordar, repetir e alterar ? lhe serve como tradução para os aspectos de sua vida. Não é por acaso que a obra compreende um caldeirão de forças, umas afeitas à extraordinária musicalidade de seu tempo, outras reflexivas, e até o deboche (num trecho que remete a um tema utilizado antes por Shostakovich em sua Sinfonia n. 7).”

(Rafael Fonseca - Guia dos Clássicos Acesso em: 29/01/2016)



Para melhor visualizarmos o palíndromo, vejamos algumas palavras em português que seguem essa lógica:

- Omissíssimo (maior palavra palindrômica de nossa língua)
- Osso
- Radar
- Reler
- Rir
- Socos
- Ovo
- Ralar
- Reviver
- Mirim
- Ele

Apesar de mais raras, há bons exemplos de frases palindrômicas:

- “A grama é amarga.” (Millôr Fernandes)
- “A miss é péssima.”
- “A diva em Argel alegra-me a vida.”
- “Sator arepo tenet opera rotas.” (O lavrador diligente conhece a rota do arado.) - um dos mais antigos e conhecidos palíndromos em Latim.
- “A mala nada na lama.” (Rômulo Marinho)
- “A base do teto desaba.” (Rômulo Marinho)
- “Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces.” (Rômulo Marinho)
- “O teu drama é amar Dueto.” (Rômulo Marinho)
- “Ame o poema.”



Notamos, a partir desses exemplos, que os palíndromos são mais comuns do que imaginávamos, entretanto, passam despercebidos. Para os poetas, porém, esse recurso estilístico é ferramenta que possibilita êxito no trabalho. Claude Gagnière, poeta francês, comparou o palíndromo a “uma espécie de felicidade em estado puro: é a frase espelho, a perfeição na simetria […] o ingresso no círculo mágico dos vocábulos que não têm fim.”.

Agora que já sabemos o que é um palíndromo, mãos à obra!

“Pouco importa a direção em que se lê
Se pra direita ou para a esquerda
Ana sempre vai ser ela
A menina mais bonita a caminhar sobre a terra “
[Canção “Palíndromo” de Vinícius de Souza]

Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/portugues/o-que-e-palindromo.htm


sábado, 1 de fevereiro de 2020

Surgimento de Nova Raça Humana


O autor Drunvalo Melchizedek, em face de suas pesquisas espiritualistas, revela em seu livro “O Antigo Segredo da Flor da Vida” duas informações surpreendentes sobre a Aids, uma assustadora e outra incrivelmente espetacular, esta última sobre o surgimento de nova raça humana.


A Aids é condição de deficiência do sistema imunológico, adquirida especialmente por via sexual, transfusão de sangue contaminado ou uso de seringas infectadas, etc., gerando a síndrome de imunodeficiência adquirida, causada pelo vírus HIV que, segunda a ciência, não pode ser curado pela defesa imunológica das pessoas tal como é possível de ser conseguido em relação a outros vírus.

Antes de adentrarmos no tema deste artigo sobre os dois aspectos: negativo e positivo correlacionados a Aids e o surgimento de nova raça humana, quero sugerir aos estudiosos da espiritualidade a leitura do livro citado, visto que ele traz na capa o símbolo Flor da Vida, o qual é pormenorizado de forma inédita, inclusive com ajuda de seres dimensionais. Este é um dos mais importantes símbolos da existência de vida na terrena e em âmbito universal. Não por acaso, eu escolhi este símbolo para fazer parte do logotipo de Sader Terapias Integrativas.


Quero ainda observar que o tema do romance escrito por mim com ajuda espiritual: “Anunnaki deuses da Terra” tem muito em comum com o que Drunvalo defende em seu livro, especialmente quando ele trata do surgimento do homem inteligente em nosso Planeta, bem diferente do que se aprende nas religiões, tendo se baseado, para as suas conclusões, em informações de seres de fora do nosso Planeta e por milenares documentos que explicam como realmente nasceu a raça humana.

Sobre as afirmações de Drunvalo, não tenho como confirmar a veracidade, até porque beira, no caso no aspecto negativo, a um tremendo absurdo. O autor, inspirado em sua fonte pesquisa (tese originária defendida pelo Dr. Streker), diz que o surgimento da Aids na Terra não foi mero acaso de mutações de vírus ou algo parecido, mas, manipulação criada em laboratório com o intuito de ver reduzida a população da Terra em aproximadamente 25%, isso porque o crescimento populacional estava chegando a patamar inaceitável, bem acima daquele que poderia ser suportado pelo Planeta Terra.

Drunvalo, com base em sua fonte, conta como agiram e quem são os idealizadores deste plano diabólico para evitar que a população pudesse chegar a 12 bilhões. Com ajuda de cientistas, tiraram um vírus de uma ovelha e outro de uma vaca e os manipularam para transformá-los no terrível vírus da Aids. Mas, antes de dissimilar o vírus, produziram o antídoto. Por isso, garante o autor, eles possuem a cura da Aids. Somente o tempo e a história poderão comprovar esta tese tão assustadora, de ter sido a Aids criada para extermínio em larga escala até o momento em que o vírus seria seria colocado em pleno controle com a utilização do antídoto.

Estima-se que exista, segundo o mesmo autor, o surpreendente número de 6.561.000.000.000.000 tipos de vírus diferentes da Aids. Toda vez que alguém contrai a doença, um vírus totalmente novo surge. Assim, é de se imaginar que a Aids possa se espalhar, quiçá como era o objetivo de seus criadores, semelhante ao que acontece com a gripe, ainda mais que a contaminação poderia ocorrer pelo ar e, ainda, pela água, como percebido em algumas regiões do Planeta.

Parece que depois do que disse acima, não poderia haver nada que pudesse ser entendido como positivo em relação a esta terrível doença. Pois bem, algo surpreendente vem acontecendo nos últimos anos, comprovadamente: Uma poderosa mutação no sistema imunológico. Tudo começou com o caso de um menino que nascera com o vírus da Aids, tendo sido examinado ao nascer, aos 6 meses e depois quando ele tinha um ano de idade conformando a doença. Quando chegou aos 5 anos, fizeram um novo exame e para espanto dos médicos, não havia nenhum vestígio da Aids em seu sangue. É como se ele nunca tivera a doença, situação inteiramente inexplicável do ponto de vista científico, porquanto, nenhuma pessoa teria anticorpos capazes de gerar a cura da Aids, e, assim, ele não poderia ter sido curado. Entretanto, ele estava completamente limpo de qualquer manifestação do vírus HIV.

Após investigação mais completa, descobriram um fato ainda mais inesperado. O DNA do menino não era mais humano, sofrera considerável mutação. As pessoas possuem 64 códons no DNA, mas somente 20 deles estão ativos além de outros três com funções apenas de parada e início, tal como acontece com os computadores. (Segunda o que a ciência sabia até então e informava, os códons inativos dizem respeito aos programas antigos do passado da humanidade, não tendo mais finalidade alguma atualmente, daí a razão de não serem ativos). No menino examinado, surpreendentemente, encontraram 24 códons ativos, 4 a mais do que seria o normal. Com isso, ele se tornou imune a muitas doenças, não somente a Aids, pois o seu sistema imunológico passou a ser 3 mil vezes mais fortalecido do que é o sistema imunológico das pessoas humanas com 20 códons ativos.

Para a checagem da capacidade imunológica, fizeram o seguinte teste: Colocaram uma dose letal de Aids em células do menino em uma placa de Petri (recipiente cilíndrico de vidro ou de plástico que os profissionais de laboratório utilizam) e as células da criança não sofreram nenhuma alteração.   Multiplicaram a letalidade em 3 mil vezes e ainda assim as células do menino continuaram inalteradas. Testaram depois o sangue lidado ao câncer e a outras doenças e chegaram à espantosa conclusão que o menino era imune a tudo.

Com pesquisas realizadas em outras crianças, foram encontradas diversas delas na mesma situação. Estima-se que milhares de crianças estejam com 24 códons ativos e com sistema imunológico incrivelmente potencializado, imune a Aids e a outras doenças. Acredita-se que 1% da população mundial atualmente possa estar com o novo DNA, percentual que vem crescendo silenciosamente.

Drunvalo acredita que embora todo esse processo de mutação tenha acontecido com crianças e por conta da Aids, esta mutação também está sendo encontrada em adultos, e isso pode ser explicado pela teoria do centésimo macaco, porquanto um fato acontecido com um pode atingir outros, mesmo que estejam em locais bem distantes, vivendo em outras regiões. Após uma criança ter conseguido por algum motivo ter o seu DNA alterado, é como se essa possibilidade passasse a fazer parte do subconsciente terreno, ficando acessível a qualquer pessoa.

Nesse sentido, a menos que seja revisto o conceito de humanos, essas pessoas, com novo DNA, não podem ser reconhecidas como humanas pelos parâmetros atuais, pelo conceito cientificamente definido em face do DNA com 20 códons ativos apenas, daí ser mais correto entender que realmente está surgindo uma nova e poderosa raça humana com 24 códons ativos no DNA.

A ciência admite, sem grande alerde, é bem verdade, que uma nova raça humana efetivamente está surgindo nesta época (um dos fatos mais excepcionais acontecidos na Terra desde a criação do homem inteligente) e, de uma forma inexplicável, tudo causado, a princípio, pela Aids, por uma inacreditável resposta do corpo humano que veio potencializar enormemente a defesa imunológica. Não é por acaso, que ultimamente, vem ocorrendo considerável redução de contaminação da Aids, na ordem de 50%, sem que se saiba a causa de tamanha redução, a não ser que expliquemos pela mutação do DNA.

Jeffrey Satinover, em seu livro “O Código da Bíblia“, disse que, ao se fazer a busca usando a palavra Aids, surgiram algumas palavras correlacionadas, tais como: sangue, morte, aniquilação, na forma de vírus, da imunidade do HIV, destruído, etc.  Só que uma expressão havia surpreendido na época da pesquisa: “O fim de todas as doenças”. Seria exatamente o que está acontecendo agora em face do novo DNA recém-descoberto? Não somente seria o fim da Aids, mas de todas as doenças conhecidas?

Este processo evolutivo, segundo acredita Drunvalo e alguns estudiosos, é uma resposta emocional específica do corpo mental, um tipo de ondas energéticas que está saído do corpo mental e gerando a mutação do DNA.

O próprio Drunvalo em uma entrevista, disse que, usando a meditação Mercabá (desenvolvida por ele com ajuda de amigos dimensionais), pediu ao seu subconsciente que transmutasse o seu DNA, no sentido de tornar ativos também os mesmos 4 códons encontrados nas crianças. Desde então, no prazo de dois anos, não ficou mais doente. Foi exposto a todo o tipo de doenças, aproximando propositalmente de pessoas infectadas para testar. Mesmo surgindo inicialmente algum sintoma da doença, em apenas uma hora o sintoma desaparecia. Ele não havia ainda, quando da entrevista, verificado se o seu DNA passou a ter mais 4 códons ligados, certo é que não teve mais qualquer tipo de doença desde então.

Todo este contexto de mutação positiva é surpreendente, certamente, um dia teremos a devida explicação científica ou, quem sabe, o mais correto é, de pronto, entender que tudo isso está acontecendo por uma interferência dos amigos dimensionais, que decidiram ajudar a raça humana, visto que, sem esta ajuda, poderia haver até o extermínio do homem na Terra com a disseminação da Aids. Assim, este fato terrível, tal como defendido pela fonte de pesquisa de Drunvalo, acabou por contribuir direta ou indiretamente, para o surgimento de um super-humano, imune a Aids e a muitas doenças, quiçá a todas.

O progresso encontrado no novo DNA faz parte do programa espiritual para a nova Terra e para o novo humano, tal como escrevi em artigo recente sobre os Autistas, convencido que estou, e há outras fontes no mesmo sentido, que os Autistas são espíritos encarnados pela primeira vez na Terra, para a transformação da raça humana, espíritos que vieram de outras dimensões e que têm a missão de implantar uma nova forma de praticar o amor, sem paixões, e agindo com muita inteligência, entre outras características, para um brilhante futuro da nova Terra.

Na mesma esteira de pensamento, vemos, no livro de Drunvalo, ele dizer que, na Terra, atualmente só está nascendo quem nunca viveu antes aqui em processo de reencarnação. Estão vindo de outras dimensões ou de planetas mais evoluídos, com o propósito de construir um novo humano. Devemos, por isso, ficar atentos às crianças, por sua especial inteligência e pela nova forma de viver o amor.

Estamos testemunhando este momento histórico singular do surgimento de nova raça humana. Como realizo atendimentos de pacientes em Terapia de Regressão, tenho me deparado com pacientes mais jovens com nenhuma experiência de vidas anteriores na Terra, pois, como vimos, certamente estão vivenciando a primeira encarnação na terceira dimensão. Isso poderá cada vez mais ser comprovado por quem pratica esta importantíssima terapia de vidas passadas.

Se os pseudo-donos da Terra achavam que podiam controlar a população terrena, podendo reduzi-la a seu bel prazer, tal como vimos neste artigo, a vontade divina e os seres dimensionais amigos dos humanos traçaram outros caminhos para a Terra e para o nosso futuro enquanto raça humana.

É tempo, por conseguinte, de olharmos com a devida atenção para estas transformações maravilhosas e bem positivas, muitas vezes acontecidas indelevelmente em meio a contextos bem negativos (como visto no caso da Aids). Assim, num tempo tão caótico da humanidade, milhares de pessoas estão se dedicando às terapias alternativas, entre estas, cito o Reiki que eleva o nível vibracional e tem papel destacado no processo de crescimento espiritual, com milhares de praticantes em todos os países em número que se eleva dia-a-dia. Ao mesmo tempo, novos espíritos estão chegando a Terra em sua primeira encarnação, vindo de planetas e dimensões mais evoluídos. E, ainda, como tratado especialmente neste artigo, o DNA do homem está sendo alterado e criando, por consequência, uma nova raça humana com mais capacidade imunológica e certamente com outras potencialidades a serem descobertas em futuro não muito distante.

Luz, Amor e Conhecimento.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Sinais de que seu Xamã Interno está experimentando um Despertar Poderoso


Xamãs são homens ou mulheres que usam sua conexão com a natureza e o mundo espiritual para curar e despertar os outros.

Os xamãs viajam para o mundo do Espírito usando tambores, ervas e cristais e recuperam informações guiadas psiquicamente sobre uma alma de seus guias espirituais, deuses e antepassados.

Eles têm a capacidade de canalizar outros espíritos, deuses e divindades e são poderosos criadores do mundo ao seu redor. Dependem de sua conexão com a Mãe Terra para descobrirem plantas e ervas curativas.

Os xamãs, geralmente, são iniciados depois de experimentarem algum tipo de processo de morte e renascimento. Este processo de morte e renascimento pode ser físico, emocional ou energético, e muitas vezes é um indicador de que a alma está pronta para assumir o papel de xamã.

De muitas maneiras, os xamãs são curandeiros de energia que também têm o dom de mediunidade e herbalismo. No entanto, tradicionalmente seu conhecimento é obtido do mundo espiritual e não de um livro.


Xamã traduz-se em: “ele ou ela que sabe”.

O xamanismo evoluiu através de muitas culturas e é semelhante à prática de bruxas, curandeiras de energia e praticantes de medicina alternativa.

Mas, como esse tipo de cura foi condenado por tanto tempo e as bruxas foram queimadas na fogueira, essa prática já comum, tornou-se agora “alternativa” e em grande parte esquecida.

Acredita-se que, uma vez que você foi iniciado como xamã em uma vida, está destinado a voltar e transmitir alguns dos seus conhecimentos nas vidas subsequentes.

Em uma vida anterior, você também possa ter trabalhado como aprendiz ou ter construído sua iniciação como xamã, e pode ser parte de sua vocação nesta vida, finalmente cumprir seu papel.


Abaixo estão 7 sinais de que seu xamã interno pode estar despertando:

1. Você se recuperou, quase milagrosamente de uma doença grave ou rara, vivenciado psicose experiente ou foi atingido por um raio. Podem parecer aleatórias, mas essas experiências foram todas ligadas ao chamado do xamã. Acredita-se que, para ser um xamã, você deve experimentar “morte e renascimento” completo de sua alma e, muitas vezes, isso pode se manifestar como uma doença temporária de algum tipo. Durante esta experiência, algumas pessoas relatam viajar para o mundo espiritual e serem implantadas com algum tipo de cristal ou conhecimento sobre seu papel de xamã, antes de retornarem à Terra.

2. Você tem uma forte conexão com a natureza e animais Xamãs têm um relacionamento especial com o mundo da natureza e dos animais e os usam como guias ou mensageiros.

3. Você gravita em busca de herbalismo ou alimentos para cura e, instintivamente, sabe o que precisa usar Usando a sabedoria dos espíritos, os xamãs são capazes de misturar ervas naturais para curar o corpo energético e físico. Curiosamente, muitas das ervas utilizadas no Xamanismo tradicional para a cura, já foram apoiadas pela ciência. Se você se encontra naturalmente gravitando em direção à cozinha e ao jardim de ervas para curar qualquer doença, isso pode ser um sinal de uma conexão passada com o mundo do xamanismo.

4. Você tem viagens astrais ou sonhos vívidos visitando outros mundos ou dimensões. Os xamãs têm a capacidade de viajar em diferentes dimensões e recuperar informações sobre o passado, o futuro e o presente de sua alma.
Se você tiver o dom do xamanismo, você pode achar que faz viagens astrais enquanto está dormindo ou tem sonhos estranhos sobre conhecer seres alienígenas ou espirituais.

5. Você tem habilidades psíquicas, premonições ou o dom da mediunidade. Como xamãs trabalham intimamente com o mundo do Espírito, muitas vezes possuem dons de mediunidade e clarividência. Como um xamã renascido, é provável que você traga esses dons para essa vida também.

6. Você se sente desperto, alegre ou acalmado pelo som de baterias. Xamãs usam tambores e maracas para ajudá-los a viajarem por outros mundos ou a canalizarem outros espíritos. Se você tem uma forte paixão pelo som da bateria e outros instrumentos de percussão, pode ser um sinal de que possui raízes no xamanismo.

7. Você começa a ouvir o chamado de suas raízes xamãs. Uma maneira de saber com certeza se você tem o dom do xamanismo é começar a sentir o chamado de outro xamã, dos seus sonhos ou do mundo espiritual. Muitas vezes, outro xamã ou mensageiro entrará em sua vida como uma maneira de lembrá-lo de seus dons e do caminho que você está destinado a seguir.

 

Luiza Fletcher - Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Mystical Raven



sábado, 7 de dezembro de 2019

É preciso saber dormir


“– Não, o Espírito nunca fica inativo. Durante o sono, os laços que o prendem ao corpo se relaxam e, como o corpo não precisa do Espírito, ele percorre o espaço e entra em relação mais direta com outros Espíritos.” (1)

Esta resposta, dada pelos Espíritos responsáveis pela implantação do Consolador Prometido por Nosso Senhor Jesus Cristo (2) na Terra, merece reflexão aprofundada.

O corpo físico é instrumento do espírito para que este, através da vida de relação, possa cumprir com seu programa reencarnatório, e tem, necessariamente, que se colocar em repouso para recuperar-se dos desgastes provocados pelo estado de vigília.

Dessa forma, ao dormir, o espírito não tem necessidade de permanecer junto ao corpo que descansa, embora essa seja uma ocorrência muito comum entre nós, por conta do condicionamento psicológico e da pouca consciência das possibilidades do espírito e da existência do mundo espiritual.

Vale também, para esse caso, o esclarecimento do Senhor Jesus:

“Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu.” (3)

Como o céu não tem uma localização geográfica física, devemos entendê-lo como mundo espiritual, e portanto, segundo Jesus, os valores, viciações e paixões, físicas e morais que o espírito tem em si na vida corporal, também as terá no mundo espiritual quando desdobrado do corpo físico, seja enquanto o corpo dorme, ou quando em estado de desencarnado após o falecimento deste.

Os Espíritos Superiores nos dão vários esclarecimentos a respeito do estado de desprendimento do espírito quando do sono do corpo(4):

“Quando o corpo repousa, o Espírito tem mais condições de exercer seus dons, faculdades do que em vigília; tem a lembrança do passado e algumas vezes a previsão do futuro; adquire mais poder e pode entrar em comunicação com outros Espíritos, neste mundo ou em outro.”

“Durante o sono, reúnem-se à sociedade de outros seres superiores e com eles viajam, conversam e se instruem;trabalham até mesmo em obras que depois encontram prontas, quando, pelo desencarne, retornam ao mundo espiritual.”

“Isso deve vos ensinar uma vez mais a não temer a morte, uma vez que morreis todos os dias”

“…mas para o grande número de homens que, ao desencarnar, devem permanecer longas horas nessa perturbação, nessa incerteza da qual já vos falaram, esses vão, enquanto dormem, a mundos inferiores à Terra, onde antigas afeições os evocam, ou vão procurar prazeres talvez ainda mais baixos que os que têm aí; vão se envolver com doutrinas ainda mais desprezíveis, ordinárias e nocivas que as que professam em vosso meio.”

Há, na Doutrina Espírita, todos os esclarecimentos necessários à nossa conscientização a respeito da nossa natureza espiritual. Basta um pouco mais de boa vontade no sentido de nos instruirmos, para que consigamos tirar proveito maior não só do estado de vigília, mas também enquanto o corpo físico dorme.

Dessa forma, não só “é preciso saber viver”, como diz a letra de música muito conhecida, como também “é preciso saber dormir”.

Se quisermos boas companhias espirituais, e com eles visitar lugares e pessoas que nos são caros, estudar e trabalhar em benefício do nosso progresso espiritual, será preciso preparo constante através do bom comportamento moral e emocional durante o período de vigília, e principalmente o exercício da oração sincera antes de dormirmos, com a necessária solicitação ao Espírito Protetor para que ele nos conduza segundo nossos reais interesses na vida.

Por último, para os que carregamos muito de misticismo e imaginação em relação aos sonhos, convém prestarmos atenção a seguinte questão proposta por Allan Kardec aos Espíritos Superiores:

O que pensar da significação atribuída aos sonhos?

– Os sonhos não têm o significado que certos adivinhos lhes atribuem. É um absurdo acreditar que sonhar com isso significa aquilo…(5)

Pensemos nisso.

Antônio Carlos Navarro

Referências:

(1) O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, Item 401: Durante o sono, a alma repousa como o corpo?
(2) João 14:26.
(3) Mateus 18:18.
(4) O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, Item 402.
(5) O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, Item 404.
(6) Todos os grifos são nossos.