domingo, 4 de fevereiro de 2018

2018 - Ano do Cachorro



ANO NOVO CHINÊS: 2018 COMEÇA SÓ NO DIA 16 E É O ANO DO CACHORRO

De acordo com o horóscopo chinês e, segundo esse calendário, o ano novo chinês começa apenas no dia 16 de fevereiro. Este ano de 2018 é o ano do cachorro e ele será provavelmente bom. Isso é um sinal de esperança e prosperidade que precisamos para seguir adiante.


Após dois anos complicados, com 2016 do macaco e 2017 do galo, finalmente somos abençoados com a boa fortuna do cachorro. E já era hora. O signo do cachorro representa produtividade, entusiasmo, independência, engajamento, dinamismo, honra, lealdade e proteção. Ou seja, só coisa boa.

No horóscopo chinês, há doze animais que regem cada ano e cada pessoa (de acordo com o ano de nascimento), complementados por um elemento (madeira, fogo, terra, metal e água). Os 12 signos são: Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Carneiro, Macaco, Galo, Cão e Porco.


O elemento de 2018 será a Terra. "Cachorro serve o ser humano e é parceiro dele desde a antiguidade. Cachorro simboliza fidelidade, servir, guardar, proteger. Que possamos nos sentir capazes de ter fidelidade, amorosidade, de servir e de estar sempre prontos", disse Monja Coen sobre o assunto. "Que possamos continuar a procura, porque a procura é o encontro. E o encontro é a procura", concluiu ela.


Fonte: http://horoscopodia.virgula.com.br/index.php/2018/02/16/ano-novo-chines-2018-comeca-so-no-dia-16-e-e-o-ano-do-cachorro/

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

A criação do Universo se deu através do SOM


Livros sagrados do Oriente e do Ocidente Dizem: A criação do Universo se deu através do SOM!!!

Esta escrito nos livros sagrados do oriente e do Ocidente 
que a criação do Universo se deu através do SOM!!!


***

Fibonacci is Life!!!
Fibonacci é Vida!!!

Fibonacci é a sequência construtora e mantenedora de toda a vida existente neste universo!

Percebe a importância dessa sequência? Foi por isso que fomos intuídos a usá-la aplicada às frequências sonoras com a finalidade de nos reconectar com a fonte suprema e toda a natureza que está em sintonia perfeita com essa lei divina!

Já vimos muitas obras de arte do passado e do presente sendo criadas com essa sequência matemática perfeita e divina. Muitos mestres também a utilizaram na pintura, arquitetura e construção: Leonardo Da Vinci, Rafaelo, Michelangelo e tantos outros.

Nosso objetivo é elevar e reconectar as consciências humanas que se esqueceram de si mesmas e de sua natureza divina com a fonte. Muitos têm criado frequências sonoras com o objetivo de alcançar este religare, porém quando pesquisávamos e estudávamos sobre a divina proporção, o número de ouro ou a medida áurea, não encontramos ninguém utilizando a sequência de Fibonacci de forma sonora para estimular nossas glândulas pineal e pituitária reabrindo assim a porta de conexão para acessar, trabalhar e purificar nosso subconsciente que nos dá acesso ao nosso interior e consequentemente às dimensões superiores de amor e luz.

Fibonacci é a sequência chave de toda vida existente e da harmonia que sustenta todo este universo.

Tudo na natureza nasce e se manifesta através desse principio matemático: plantas, animais, nós seres humanos, os ventos, as ondas do mar. Tudo está se formando e se organizando através dessa ordem natural de desenvolvimento. Nosso planeta Terra está vibrando e se sustentando através dessa maravilhosa sequência/frequência porque é ela que impulsiona nossa galáxia e nossa galáxia se desenvolve pela força natural e vibratória dessa lei universal! Percebe? Nada está separado de nada! Todos nós estamos ligados, interconectados por um único princípio, uma única força que nos faz existir e se manifestar. Muitos a chamam de AMOR!

Se observarmos uma pinha ou um girassol veremos neles a manifestação dessa lei divina e matemática.

Por que será que nossa glândula pineal é representada por muitos estudiosos, místicos e religiosos como sendo uma pinha? Na entrada da antiga basílica de San Piero em Roma existe uma enorme pinha! Será que eles já sabiam sobre a glândula pineal? E por que uma pinha? Qual deve ser o significado dela para a igreja? Eles sabiam exatamente a importância dela e o segredo que ela continha, mas acreditamos que muitos dentro do próprio Vaticano hoje já se esqueceram da importância desse símbolo.

A pinha é a representação perfeita da sequência de Fibonacci e da construção em espiral de todo nosso universo que se movimenta através dessa sequência divina. Nossa consciência também se reconecta através dessa sequência matemática! Aqui chegamos finalmente aonde ciência e a espiritualidade se unem! A ciência se torna espiritual e a espiritualidade, científica! Foi por esse motivo que utilizamos a sequência de Fibonacci aplicada às frequências sonoras para despertar nossa consciência juntamente com a Cimática e a Epigenética, dois ramos de estudo que têm crescido de forma muito rápida, comprovando que somos o que comemos, sentimos e pensamos. Somos vibração de LUZ e SOM que se manifesta na forma física e mais densa!

Quando estimulamos nossa glândula pineal através de batimentos binaurais unidos com a sequência de Fibonacci, enviamos um sinal ao nosso cérebro que imediatamente os reconhece e começa a entrar em sintonia com a espiral ascendente, abrindo assim nossa conexão ou nos reconectando com as dimensões superiores e com nossa verdadeira consciência que há muito tempo foi interrompida pela degeneração de nossa espécie através de padrões e pensamentos inferiores, vícios, egos, alimentação inadequada e tantos outros comportamentos que nos aprisionam dentro de uma vida e realidade inconscientes. 

E o que significa estimular nossa glândula pineal? 

Despertar! 


Quando despertamos para a verdadeira realidade não ficamos mais reféns das ilusões e das manipulações de toda espécie, sejam elas religiosas, científicas ou qualquer outra forma que nos aprisione em um mundo limitado de dores, medos, sofrimentos e ignorância. Esses sentimentos não estão em harmonia com a sequência de Fibonacci, a divina proporção.

Se entrarmos em sintonia com essa lei de harmonia universal que é a divina proporção, o número áureo, começamos então a vibrar amor, paz, felicidade, bem-estar porque é essa a natureza dessas vibrações. Quando percebemos tudo isso de forma consciente, aprendemos a evitar todo tipo de sentimentos inferiores que nos aprisionam nos velhos vícios de comportamentos corrompidos de uma sociedade que afunda por não seguir, sentir ou ouvir os padrões naturais dos quais nascemos.

Por que será que quando estamos em contato íntimo e direto com a natureza nos sentimos felizes, alegres e radiantes? (Só em escrevermos e imaginarmos agora, aqui, nossas almas sorriem e sentimos muita alegria e felicidade). Porque a natureza está totalmente conectada e integrada a essa harmonia universal que é a sequência matemática e divina de Fibonacci!

Seria maravilhoso continuar falando de todos os benefícios que a sequência de Fibonacci pode nos proporcionar, mas entraremos a seguir em um assunto de extrema delicadeza e importância e que todos precisam saber!



Trecho extraído do livro Frequências Fibonacci.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Seres Encantados


Os Encantados são principalmente conhecidos no Brasil e em Portugal. Porém a diversidade de tradições os explicam de maneiras diferentes, abrindo assim uma possibilidade de compreensão de acordo com a crença que mais se assemelha à sua cultura.

Independente da origem que será abordada, entende-se que estes seres são criaturas capazes de utilizarem magias naturais para moverem ações diversas. Eles entram em contato com pessoas que possuem a sensitividade necessária para detectarem sua existência, e podem ajudar ou interferir em uma grande variedade de questões em nosso plano físico.

A maioria desses seres são invocados por meio da Pajelança em cultos como o da Jurema, um dos mais conhecidos entre os praticantes.

O significado de estar Encantado

O significado de Encantado é o de ganhar uma atribuição mágica, – sendo essa associada a algo da natureza – e por meio dela exercer uma função nos “incantes” –  local que está entre a Terra e o Céu”.


O que são os Encantados?

Essa questão é muito complexa de ser respondida pois há uma variedade muito grande de conceitos que podem interpretar um ser Encantado. Sem dar credibilidade particular para nenhuma religião, nem cultura pode-se afirmar que encantados são entidades que possuem uma força proveniente da natureza e que podem utilizá-la para diversos fins.

Há lendas que contam que os Encantados podem fazer o bem da mesma maneira que podem realizar o mal. Entre elas temos as de cunho do folclore brasileiro, onde figuras como boto e o curupira são considerados vindos da encantaria.

Aqui no Brasil a encantaria é fruto de um misto de tradições, considerada então como uma cultura afro-ameríndio.

Os Encantados para as culturas indígenas

Para a maioria das culturas indígenas, os Encantados são seres que trazem consigo o poder de cura. Esses povos não acreditam que um Encantado tenha sido alguém que morreu, e sim que se transformou. Então em uma tribo quando alguém alcança um grau muito alto de sabedoria, antes do momento da sua morte ele encanta. E assim, passa a ser uma energia que é integrante da natureza.

E da mesma maneira natural essa pessoa após sua elevação se apresentará a alguém da tribo através principalmente dos sonhos. Esse escolhido que terá contato com o Encantado, deve ser alguém muito forte espiritualmente, ou sua alma pode “quebrar” caso não suporte o contato. Após a primeira aparição, o escolhido recebe uma semente a qual deverá cuidar com muito zelo para preservar a saúde e proteção da tribo, ela carrega toda a energia do ser de luz que se propôs a acolher a todos em sua infinita sabedoria.

Um Encantado muito conhecido entre os indígenas é o Avati, – um herói Guarani – que por meio de sua morte transformou-se em milho para salvar toda sua nação da fome.

Os Encantados e as religiões afro-brasileiras

Aqui a variedade de explicação é enorme e abrange a todo tipo de conceito. Há terreiros que possuem a mesma crença citada acima na cultura indígena, outros já enxergam de maneiras diferentes as formas de como surgem os Encantados, podendo se expressarem como:

Entidades que nunca tiveram forma humana, mas já habitaram a Terra como animais ou plantas e encantaram-se antes ou depois que morreram pois não queriam perder essa conexão com a natureza;
Seres que já foram humanos e de repente sumiram da presença de todos. São desaparecimentos históricos, onde não há registro da morte desses homens. Acredita-se em algumas culturas de tradição afro, que eles de alguma maneira descobriram uma maneira de encantarem-se;
Pessoas que tiveram o seu ciclo necessário de vida e alcançaram uma elevação da espiritualidade de maneira superior, por isso tiveram a oportunidade de habitarem um plano mágico e possuírem poderes naturais que julgarão qual a melhor forma de utilizá-los.
Além do Candomblé e Umbanda, uma das religiões afro que mais apresentam forte ligação com os Encantados é o Tambor de Mina, muito conhecida no nordeste brasileiro, principalmente no Maranhão.

Como entrar em contato com um Encantado

Como dito anteriormente, para se ter contato com Encantados é necessário um poder espiritual forte. Sendo assim,  eles aparecerão por meio de sonhos ou somente através de rituais de Pajelança por contatos mediúnicos. Pois para a maioria dos homens eles são invisíveis.

Algumas pessoas possuem a aptidão incorporá-los, notando-se assim a alteração da consciência quando um Encantados está em ação. Somente dessa forma é possível que demais pessoas tenham contato com essas entidades e possam receber seus direcionamentos. Porém, é preciso esclarecer que eles não são espíritos como os recebidos na Mesa Branca, não são anjos da guarda e nem como Eguns do Candomblé.

Eles são protetores dos homens, todavia podem também castigar demasiadamente aqueles que os decepcionam de alguma maneira, por isso fogem de qualquer conceito de santificação. Desta forma, a encantaria deve ser administrada por pessoas que conhecem a fundo os conceitos desses seres e saberão respeitá-los e guiar um ritual. Nunca se deve fazer nada amador para invocar Encantados.

Elementais não são Encantados

Por representarem forças da natureza, os Elementais são muitas vezes confundidos com Encantados. Porém as culturas que os estudam e se beneficiam de suas ações apontam que:

Encantados

Seres que já tiveram alguma encarnação (crença da maioria das culturas), e posteriormente encantaram-se, tornando-se assim parte da natureza. Essas entidades possuem o poder de deslocar-se somente entre algumas dimensões. Com o tempo esses seres passaram a fazer parte das falanges que auxiliam nas giras dos terreiros. Exemplos: seres do folclore como boto, Curupira e Saci, alguns caboclos e pessoas da monarquia como a princesa Doralice, princesa Rosalina e o Rei Sebastião (principalmente na religião do Tambor de Mina).

Elementais

Já os Elementais deslocam-se livremente em qualquer universo, eles constituem e dirigem a própria natureza, pois eles são a essência dela. Nunca tiveram forma física e são e fonte dos principais elementos da vida: água, fogo, terra e ar. Exemplos de Elementais: gnomos, fadas e duendes.

Portanto os seres Encantados podem sim auxiliar em diversas questões dos humanos, mas há um limite e uma necessidade de melhor compreensão para poder trabalhar as suas energias. Também é necessário saber diferenciar as suas formas de atuação das dos Elementais para que não haja desrespeito quando buscar-se por mais detalhes e aprofundamento nos cultos relacionados.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Religa-te




"Nosso próximo estágio como seres humanos será a desconexão total da TEIA (Internet - w.w.w.) para a conexão com nosso SER interno e quando alcançarmos este estágio seremos Eu e Tu e Todos os outros uma única rede translúcida de informação, luz e amor, um único corpo, um único pensamento, seremos a Unidade no Verso, ou o a Versificação da vida no UM - UNIVERSUS".

Volte-se para dentro de ti e religa-te a "mim" que sou uno contigo e com o todo.

Eu e ti somos UM.

domingo, 1 de outubro de 2017

Resiliência


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Independência do Brasil


O Brasil é realmente independente?

Publicado em 7 de setembro de 2017 às 07h57 e atualizado em 7 de setembro de 2017 por Angelo Rigon

Visitando minha mãe, recentemente, uma irmã entregou-me uma redação que fiz no segundo ano do colegial, em 1970 e que tinha sido guardada por uma tia e da qual não me lembrava mais.

São 47 anos, e foi escrita na semana da pátria daquele ano, por um então jovem de 19 anos, que até os 17 anos e meio morou na zona rural, onde fez até o curso ginasial num apequena cidade do interior paulista, e veio para o Paraná, morar com avós e tios, para continuar estudos e trabalhar no cartório de Iguatemi, de um tio.

Vejam o texto, que reproduzo ipsis litteris. Obviamente que é um estilo juvenil, com erros, mas vale como curiosidade de como um quase garoto, em pleno regime militar, via a situação do Brasil. Desculpem, eis minha redação:

A 7 de setembro de 1822, fato que sempre foi festivamente comemorado, o Brasil ficava oficialmente desligado de Portugal.

A proclamação da independência deu a muitos, ou a quase todos os brasileiros, a falsa impressão de que o Brasil estava realmente livre e que não precisava mais de outros países para progredir.

Estava realmente independente, mas no sentido de que não seria mais explorado por Portugal e suas riquezas seriam exploradas por ele mesmo, seria enfim responsável por seus atos.

Nos primeiros anos teve realmente um progresso, sua independência estava sendo aproveitada. Mas com o passar dos anos, as riquezas naturais foram esgotando-se, os problemas financeiros aumentando, falta de um maior aprimoramento técnico e outros problemas mais que ele, Brasil, não podia resolver.

Surgiu então a grande potência que preponderava sobre quase todas as nações sul americanas, Estados Unidos. O Brasil encontrou nos Estados Unidos, um alívio para seus problemas. Veio a primeira ajuda, outras, outras, e sem perceber ele estava, se bem que indiretamente,ligado aos americanos.
Claro está que em troca eles queriam algo do Brasil: prioridade na compra dos nossos produtos,por preços compensadores, licença para instalar sua indústrias aqui e explorar as riquezas da Amazônia, uma das poucas que nos restam. Tudo isso foi conseguido, e hoje somos uma espécie de filial dos Estados Unidos.

Então a tão apregoada independência não existe totalmente. Houve praticamente uma troca de Portugal por Estados Unidos, se bem que o domínio dos americanos sobre nós não chega ser perfeitamente perceptível.

Enfim o domínio existe, e para nos libertarmos totalmente não é necessário um outro D. Pedro, mas sim a união de todos os brasileiros e governo, e cá entre nós, não querendo ser pessimista, será muito difícil. Nestas condições eu pergunto: O Brasil é realmente independente?

Akino Maringá, colaborador

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Relações Cármicas


Neste contexto, Eu gostaria de dizer alguma coisa sobre "relacionamentos cármicos". Com isso, Eu me refiro a relacionamentos entre pessoas que se conheceram em outras vidas e que experimentaram emoções intensas, um em relação ao outro.

A característica de um relacionamento cármico é que os parceiros carregam emoções não resolvidas dentro de si, tais como culpa, medo, dependência, ciúme, raiva ou algo do tipo. Devido a essa "carga" de emoções não resolvidas, eles se sentem atraídos um ao outro em uma outra encarnação. O objetivo do reencontro é proporcionar uma oportunidade para se resolver o problema em questão. Isto acontece recriando-se o mesmo problema em um curto espaço de tempo. Quando eles se conhecem, os "jogadores" cármicos sentem uma compulsão de estar mais perto um do outro, e depois de algum tempo, eles começam a repetir os padrões emocionais dos seus antigos papéis. Então, o palco está armado para que ambos enfrentem um antigo problema de novo e talvez lidem com ele de uma forma mais iluminada. O propósito espiritual do reencontro, para ambos os parceiros, é que eles façam escolhas diferentes das que fizeram naquela vida passada.


Vou lhes dar um exemplo. Imaginem uma mulher que, numa vida passada, teve um marido que era muito possessivo e dominador. Ela aceitou isso durante algum tempo, mas chegou um ponto em que ela decidiu que já era o bastante e terminou o relacionamento. Um pouco mais tarde, o marido se suicida. A mulher sente remorsos. Ela acredita que é culpada - será que ela não deveria ter lhe dado mais uma chance? Ela carrega essa sensação de culpa consigo pelo resto da sua vida.

Então eles se encontram de novo em uma outra vida. Existe uma estranha atração entre eles. No começo, o homem é excepcionalmente charmoso e ela é o centro das atenções dele. Ele a adora. Eles começam um relacionamento. Desse momento em diante, ele se torna cada vez mais ciumento e possessivo. Ele suspeita de adultério por parte dela. Ela fica brava e aborrecida por ser acusada de algo que ela não fez, mas também sente uma estranha obrigação de ser tolerante e lhe dar uma outra chance.

"Ele é um homem ferido" - ela pensa - "e não pode evitar esse medo de ser abandonado. Talvez eu possa ajudá-lo a superar isso." Ela justifica seu próprio comportamento desta forma, mas na verdade ela permite que os seus limites pessoais sejam violados. O relacionamento afeta negativamente a sua auto-estima.


A escolha mais libertadora para essa mulher seria romper esse relacionamento, nesse instante, e seguir seu próprio caminho sem sentimentos de culpa. A dor e o medo que o seu marido sente não são responsabilidade dela. A dor dele e o sentimento de culpa dela levam-nos a um relacionamento destrutivo. O relacionamento deles já estava emocionalmente carregado por causa de uma outra vida. A razão para um novo encontro é que a mulher deve aprender a deixar as coisas acontecerem sem sentimentos de culpa, e que o homem deve aprender a se sustentar emocionalmente por si só.

Então, a única solução verdadeira é romper o relacionamento. A solução para o carma da mulher é abandonar o seu sentimento de culpa finalmente. O "erro" que ela cometeu na sua vida passada não foi ter abandonado o marido, mas ter se sentido responsável pelo suicídio dele. A partida da sua esposa, nesta vida, faria o marido se confrontar outra vez com a sua própria dor e medo e lhe ofereceria a oportunidade de encarar suas emoções em vez de fugir delas. Um encontro carmático pode ser reconhecido pelo fato de que a outra pessoa imediatamente lhes parece estranhamente familiar. Com muita freqüência há também uma atração mútua, uma urgência "no ar", que os impulsiona a estar juntos e descobrir um o outro. Se a oportunidade estiver disponível, essa forte atração poderá se transformar num relacionamento amoroso ou numa intensa paixão. As emoções que vocês experimentam podem ser tão avassaladoras, que vocês pensam que encontraram a sua alma gêmea. No entanto, as coisas não são o que parecem. Sempre haverá problemas em uma relação como essa, que virão à tona mais cedo ou mais tarde. Geralmente os parceiros acabam se envolvendo num conflito psicológico, cujos ingredientes principais são poder, controle e dependência.

Desta forma, eles repetem uma tragédia que o seu subconsciente reconhece de uma vida anterior. Numa vida passada, eles podem ter sido amantes, pai e filho, patrão e funcionário, ou algum outro tipo de relacionamento. Mas sempre eles tocaram uma ferida interna profunda do outro, através de atos de infidelidade, abuso de poder ou, de um outro lado, uma afeição muito forte. Houve um encontro emocional profundo entre eles, que provocou cicatrizes profundas e trauma emocional. É por isso que as forças de atração, assim como as de repulsão, podem ser tão violentas quando eles se encontram novamente em uma outra encarnação.

O convite espiritual para todas as almas que estão enredadas desta forma é que cada um deixe o outro ir e se torne uma "entidade em si mesma", livre e independente. Relacionamentos cármicos, como os que acabo de mencionar, quase nunca são duradouros, estáveis e amorosos. São relacionamentos muito mais destrutivos do que curadores. Com muita freqüência, o propósito básico do encontro é que ambos consigam se desapegar do outro. Isto é algo que não pôde ser feito em uma ou mais vidas passadas, mas agora existe uma nova oportunidade para que cada um libere o outro com amor.

Se vocês se encontram em um relacionamento caracterizado por emoções intensas e que evoca muita dor e tristeza, mas do qual vocês não conseguem se libertar, por favor entendam que nada os obriga a ficar com a outra pessoa. Inclusive, percebam que é muito mais freqüente que as emoções intensas estejam relacionadas com dor profunda do que com amor mútuo. A energia do amor é essencialmente calma e pacífica, alegre e inspiradora.

Não é pesada, cansativa nem trágica. Se um relacionamento adquire estas características, é hora de abandoná-lo, ao invés de tentar "trabalhar nele" mais uma vez. Algumas vezes, vocês se convencem de que precisam ficar juntos porque "compartilham o mesmo carma" e precisam "resolver algumas questões juntos". Vocês utilizam a "natureza do carma" como um argumento para prolongar o relacionamento, enquanto vocês dois estão sofrendo imensamente. Na verdade, vocês estão distorcendo o conceito de carma aí. Vocês não resolvem um carma juntos: o carma é uma coisa individual. O carma que está em jogo em relacionamentos, como os mencionados anteriormente, geralmente requer que vocês se desapeguem completamente um do outro, que vocês se afastem de tais relacionamentos, para que possam experienciar que vocês são completos em si mesmos. Repito: resolver um carma é algo que cada um faz sozinho. Uma outra pessoa pode tocar ou disparar algo em vocês que cria bastante drama entre ambos. 

Mas a tarefa e o desafio exclusivos de cada continuam sendo lidar com a sua própria ferida interna e não com as questões da outra pessoa. Cada um tem responsabilidade apenas por si mesmo.


É importante entender isto, porque esta é uma das principais armadilhas nos relacionamentos. Vocês não são responsáveis pelo seu parceiro e ele não é responsável por vocês. A solução dos seus problemas não está no comportamento da outra pessoa. Muitas vezes, vocês ficam tão ligados à criança interior do seu parceiro - à parte emocionalmente ferida de dentro dele - que sentem que vocês é que têm que resgatá-la. Ou o seu parceiro pode estar tentando fazer o mesmo com vocês. Mas isto não vai funcionar, porque vocês estarão reforçando a sensação de impotência e o sentimento de vítima da outra pessoa, quando, em última análise, seria mais proveitoso se vocês
fixassem os limites e cada um se mantivesse por si mesmo.

Esta é a condição mais importante para um relacionamento verdadeiramente satisfatório.

Angel Garden

Fonte: http://www.espiritbook.com.br/profiles/blog/show?id=6387740:BlogPost:2486347&xgs=1&xg_source=msg_share_post