sábado, 1 de abril de 2017

O Mito da Frequência de 432Hz


Saindo um pouco de nosso tema de sempre, hoje procurarei desmistificar um assunto que tem rolado muito nos círculos de esoterismo e new age:

A famosa teoria de que alguma organização maligna (New World Order, Illuminati, reptilianos etc.) teria mudado a frequência de afinação dos instrumentos usados atualmente, de modo a usar uma frequência de afinação desarmônica, que traz caos e violência à nossa sociedade.
Vamos a isso. 

A Teoria

Como tudo que anda pela internet, a teoria da frequência de 440Hz como sendo uma conspiração mundial tem pequenas variações. Contudo, o tema geral é sempre o mesmo:

Há uma frequência musical associada à natureza e a como os sons são produzidos nela. Nos tempos antigos (na Idade Média, por exemplo) as pessoas usavam essa frequência para afinarem seus instrumentos, assim criando músicas belas, harmônicas e que estimulavam o desenvolvimento espiritual humano.

Contudo, em determinado ponto da história, que se estende até o presente dia, uma organização que deseja dominar e destruir os seres humanos usou de meios de coação e tentação para mudar a afinação usada pelos músicos do mundo. Essa organização mudou a afinação dos instrumentos para 440Hz, uma vibração que traria caos e desordem aos chackras, transformando as pessoas em seres cegos para a espiritualidade e para a vida espiritual.

Para revertermos esse quadro, devemos buscar ouvir músicas apenas em 432Hz, a frequência original. 
  
Mentira, Verdade e Talvez Propósito

Se tem uma coisa que descobri nos meus anos de ocultismo é que sempre há algo mais por trás das coisas. Sempre há uma razão pela qual a espiritualidade superior permite que coisas aparentemente diabólicas, malignas, terríveis e destrutivas ocorram. E nesse caso não estou falando de Iluminatis. Estou falando de mentiras como o mito dos 432hz, que, se tem alguma base esotérica, é talvez a mesma da história do garoto que gritava lobo:

Uma mentira “inocente” que se transforma em uma possível fonte de perigos e, ao mesmo tempo, de evolução.

Expliquemos.  

O Que É Afinação
Afinar um instrumento musical, em termos básicos, é fazer com que as partes do instrumento responsáveis por produzirem sons (as cordas, tubos, couro ou demais) produzam sons harmônicos quando usadas da forma correta. Assim, falando de instrumentos de corda como o violino que eu costumava tocar, afinar o instrumento significa apertar as cordas até que elas produzam, quando manipuladas da forma correta, o som correto. Para fazer isso, o primeiro passo é, normalmente e seguindo os protocolos tradicionais da música, afinar a corda responsável por dar a nota “Lá”.

A nota “Lá” é produzida, nos violinos, pela segunda corda mais fina, sem nenhum dedo pressionando-a. Após apertar a corda até que sua vibração quando o arco a toca seja um “Lá”, apertamos as demais cordas de modo a que sua vibração quando o arco a toca seja a vibração adequada para cada corda. A corda mais grossa é um Sol, a segunda é um Ré, temos o Lá e por fim temos um Mi.

Todas elas afinadas segundo o Lá, normalmente em 440Hz. 


  

Frequência da Nota Musical

Ao falarmos de música, falamos de algo fluido. O que chamamos de “notas” são os sons que agradam aos ouvidos humanos. O resto são sons chamados desarmônicos, ou seja, sons que não agradam aos nossos ouvidos. Assim, obviamente que, como mudam os gostos individuais de cada um, também mudam quais são os sons que agradam cada pessoa.

A nota Lá, por exemplo, existe não só em 440Hz, mas em uma faixa ampla, possivelmente dos 415Hz (hoje em dia considerado Lá bemol ou sol sustenido) aos 460Hz (há músicas que foram afinadas nessas frequências na história da música). Qualquer som produzido dentro dessa faixa de frequências será um Lá.

Porém, isso significa que outras notas, como o Sol e o Dó, NÃO PODEM ser encontradas dentro dessa frequência! Aliás, não podem sequer ser encontradas nos harmônicos dessa frequência!

E é aqui que aparece a primeira mentira do mito da afinação de músicas a 432Hz.

Os 432Hz são um Lá, sim. Mas uma música tocada com instrumentos afinados com um Lá de 432Hz, ainda assim NÃO possui apenas sons a 432Hz. Possui, na verdade, sons em uma miríade de frequências totalmente diferentes – pois se não, seria apenas a nota Lá tocada continuamente. Não existe música a 432Hz. Existe música feita com instrumentos afinados a base de um Lá de 432Hz.
Que isso fique claro. 
  
432Hz Como A Frequência da Natureza

Como vimos, não só não podemos dizer que exista música em 432Hz, como, obviamente, os diferentes sons produzidos pela natureza, por exemplo, lagos, rios, cachoeiras etc., terão frequências múltiplas e diferentes entre si. A natureza não comporta apenas sons em 432Hz. Caso comportasse, seria impossível que diferenciássemos sons naturais que estejam acontecendo ao mesmo tempo. O pio de um pássaro e o ruído de uma cachoeira produzem notas musicais totalmente diferentes e em frequências totalmente diferentes. É por isso que podemos diferenciar um do outro, mesmo que ocorram ao mesmo tempo.

Dito isso, se 432Hz não são a frequência dos sons produzidos pela natureza, o que são?

Bem, nos meios New Age a teoria menciona uma possibilidade. Essa possibilidade seria a de que os 432Hz são a afinação natural da música com o campo magnético gerado pelo planeta terra.
Vamos analisar isso melhor. 

O Campo Magnético da Terra

O nosso planeta possui um campo magnético. O que isso significa?

Significa que, por conta da composição dos elementos do manto e do núcleo, isso é, da lava e da bola de ferro enorme que há no meio do planeta e por conta do fato de ambos estarem girando, o nosso planeta produz, envolvendo-o por inteiro, uma espécie de campo de força. Esse campo age sob quaisquer elementos que possuam carga e que se aproximem de nosso planeta.

Assim, se pegarmos um raio solar que esteja carregado de partículas com carga positiva, por exemplo, hidrogênio sem elétrons, esses raios são influenciados pelo campo magnético e são desviados do caminho do nosso planeta. Esse campo é incapaz de desviar qualquer coisa que não esteja em escala microscópica, visto que não é um campo muito intenso – sendo apenas amplo. Mas é crucial para a vida no nosso planeta, pois é ele que garante que substâncias extremamente nocivas vindas do espaço e principalmente do nosso sol, não nos atinjam e nos causem danos grandes.

Muito da radiação solar e espacial que poderiam tornar a vida na terra impossível é desviada para fora do planeta graças a esse escudo que temos, e que é o campo magnético da terra. 

O artista tentou demonstrar o escudo magnético nos protegendo dos prótons altamente carregados que seriam nocivos à vida terrestre. 

O Campo Magnético da Terra Como O Coração do Planeta

Nos círculos New Age, contudo, raramente vemos em boa figura, exaltado, aquele objeto que possui função de escudo. Ao contrário, os círculos New Age tratam o campo magnético terrestre como uma espécie de batimento cardíaco do nosso planeta. Uma fonte de nutrição, amor maternal e carinho, significando, para alguns, um campo que harmoniza nossos chackras e o fluxo de energia divina em nossos corpos sutis, nos tornando mais conectados com nossa ancestralidade e a beleza do mundo.

Isso não está totalmente errado.

Uma conexão harmônica com a força que protege a vida no nosso planeta provavelmente nos trará a possibilidade de uma maior conexão com nossa ancestralidade, e especialmente com a força de proteção aos nossos. Porém, vejamos o lado omitido disso.

O campo magnético protege o planeta como um escudo. Isso significa que ele pega energias que normalmente seriam destrutivas à vida na terra e as redireciona para o espaço. Estar em contato íntimo com esse campo magnético, harmonizar nosso duplo etérico e nossos chackras com ele, não só não nos coloca em uma posição de proteção, como nos faz realmente desviar aquilo que é direcionado para nós para aqueles ao nosso redor.

Estaremos, obviamente em um nível sutil, mas ainda assim, captando e redirecionado aquelas forças que são similares em natureza a radiação tóxica que fritaria toda a vida no nosso planeta se fosse permitida aqui. Estaremos também em maior conexão com a terra, pois estaremos imitando-a. E todo ato de imitação, quando realizado com intenção mágica, produz efeitos de semelhança.

Porém, imitar essa função do planeta não só não produz, de imediato, melhorias em nossos corpos sutis, como de fato nos torna redirecionadores, pessoas que tendem a expulsar e redirecionar para além de si as energias densas e tóxicas do ambiente, que tenderão então a circular ao nosso redor, sendo enviadas para aqueles próximos a nós mesmo quando normalmente não o seriam. Muito melhor para nos conectarmos com as energias telúricas e com nossa ancestralidade o simples ato de pegar a foto de algum parente querido, ou dos parentes queridos em geral que já se foram, e levá-la a um campo. Meditar em frente a ela, com um incenso aceso em memória daqueles que se foram. Permitir que nossa conexão com pais, avós, tios, primos e outra família próxima, incluindo agregados e aqueles que não eram família de sangue, mas faziam parte de nosso “clã”, se conectem conosco.

Conectarmo-nos aos nossos ancestrais é resgatar aquilo que corre em nosso sangue em sentido mais literal, mas também é resgatar aquilo que corre em nosso karma e dharma compartilhados enquanto espíritos irmãos reencarnando próximos uns dos outros, no mesmo clã. Um rapaz europeu talvez possa achar um ancestral indígena brasileiro, se ele se tornar família com alguma família que tinha ancestrais indígenas brasileiros. Mas o simples ato de evocar os ancestrais esquecendo de nossos pais, avós, tios, família próxima é um ato de autoengano e uma ofensa a nossa ancestralidade.

Não busquemos nossos ancestrais por meios que visam trazer a nós espíritos de pajés americanos usando penas de águia no cabelo. Se acharmos um desses em nossa ancestralidade, aprendamos com ele. Mas primeiro respeitemos a verdade de que ancestral é aquele que nos antecede e que isso nós herdamos, não controlamos. Que ancestral é aquele que é nosso antecessor de fato, e não uma imagem fantasiosa.  O culto aos ancestrais requer a aceitação de nossa ancestralidade. De nossos pais, mães, daqueles que nos aceitam em suas egrégoras, daqueles que foram nossos parentes em vidas passadas. Ele estará incompleto enquanto não aceitarmos tudo isso. Enquanto buscarmos apenas uma ancestralidade ideal, espiritualizada, superior e iluminada.

Mas voltemos aos 432Hz. 

Você reconhece essa foto como algo relacionado aos teus antepassados enquanto brasileiro(a)? 

Meu Deus! Ouvi Música a 432Hz a Vida Toda! Vou Morrer!

Não se preocupe.

Como dito, a espiritualidade tem meios e maneiras estranhas de influenciar o mundo usando as ferramentas disponíveis por aqui. A frequência de 432Hz não está relacionada com o campo magnético da terra. Para entender isso, vamos ficar um pouco mais matemáticos.

Oitavas Musicais

Para entender a fundo como a música funciona, precisamos entender como funcionam os princípios dos harmônicos em ondas.

O que é um saco.

Então, vamos apenas entender de forma superficial, já que esse não é um texto sobre tal assunto, mas sobre outro.

Todas as notas musicais possuem uma frequência. Essa frequência é o número de vezes que as moléculas do ar ao redor do instrumento que produziu a música vibram em um segundo. Assim, um Lá em 432Hz significa que um instrumento musical (por exemplo, uma flauta) fez as moléculas do ar ao redor pularem para cima e para baixo, para frente e para trás, quatrocentas e trinta e duas vezes para cada segundo de música. Como raramente produzimos uma nota que dure um segundo inteiro, na realidade as notas produzem frações dessas repetições. Mas deixemos isso de lado. Nos concentremos no conceito.

Esses “pulos” dados pelas moléculas do ar são o que chega aos nossos ouvidos e que é transformado em som no nosso cérebro. E aqui, é importante entendermos algo. 432 “pulos” em um segundo, é o mesmo que 216 “pulos” em meio segundo. Assim, qual é a grande diferença entre pular 432 vezes em um segundo, e 216 vezes em um segundo?

Só a velocidade, correto? Os 432 pulos são mais intensos. São mais rápidos.
Porém, se tivermos um objeto cujas moléculas vibrem a 216Hz, ao aproximarmos algo a 432Hz desse objeto, a mesma força que faz o ar “pular” 432 vezes por segundo irá se harmonizar com esse objeto que “pula” duas vezes mais devagar, e adicionar energia ao objeto. É assim, por exemplo, que podemos quebrar cristais usando meramente um diapasão.

Não é a força bruta do ar se mexendo que quebra o cristal, mas o fato de que os átomos do cristal já normalmente pulam, presos uns aos outros, a uma frequência x. A frequência produzida pelo diapasão é essa frequência x multiplicada algumas vezes. Então, ao aproximarmos o diapasão do cristal, as ondas produzidas pelo diapasão “batem” com as ondas que o cristal normalmente vibra, e dão um impulso extra aos átomos, que pulam mais do que o normal (em todas as direções), e isso faz o cristal quebrar.

Da mesma forma, nossos cérebros identificam essa relação entre as frequências, e identificam semelhanças entre as duas frequências. Porém, é importante notar que, diferente dos nossos cérebros, a frequência para afetar objetos físicos deve ser o mais exata o possível. Se nossos cérebros percebem o Lá como qualquer coisa entre 415Hz e 460Hz, um cristal não vai ser afetado por um espectro tão grande de frequências. A oitava deve ser precisa.

E essas oitavas são frequências multiplicadas ou divididas por múltiplos de 2. Por exemplo, o Lá em 432Hz é uma oitava superior ao Lá em 216Hz. Ao mesmo tempo, a frequência de 864Hz também será um Lá. 


Acima, como é. Abaixo, um gráfico que representa o que ocorre.

Frequência do Campo Magnético da Terra
Surpresa! Campos magnéticos não tem frequência inerente!
Sim meu caro(a), você leu bem.
Frequência de campos magnéticos é algo que não existe.
Por quê? Oras, eu acabei de dizer, não?

Frequência é o número de vezes que algo faz as coisas ao redor “pularem”. E campos magnéticos não fazem as coisas “pularem”. Eles fazem as coisas rodarem até se fixarem em um dos polos do campo (seja o positivo ou o negativo), muda a trajetória delas e as lança para longe ou faz com que elas se alinhem com o campo e fiquem paradinhas ali onde se alinharam. Campos magnéticos não pulsam naturalmente.

É claro. O campo da terra pode variar em intensidade, direção e até tamanho, mas essas são variações na escala de centenas ou milhares de anos, e não são padronizadas. São totalmente ao sabor das dinâmicas das correntes de magma do núcleo planetário, então não formam uma frequência.

Mas se é assim, de onde vem aquele papo de que o campo da terra bateria como um coração? De que ele teria uma frequência de 8Hz?

Essa é uma interpretação errônea de um fenômeno chamado Ressonância de Schumann. 



Campo Magnético Terrestre Simulado por Computador 

A Ressonância de Schumann

Tempestades de raios ocorrem, no nosso planeta, porque os átomos das nuvens de chuva batem uns nos outros e separam os elétrons deles, formando assim cargas elétricas que, quando se acumulam em grande quantidade, caem na terra. Também acontece de algumas tempestades estarem cheias de partículas positivas, normalmente por conta de raios solares ou cósmicos, e aí a terra é que envia elétrons para as nuvens, fazendo um raio que sai da terra e vai aos céus. E o importante de sabermos isso é que raios produzem ondas magnéticas – radiações – que, elas sim, possuem frequências.

Essas frequências, por sua vez, viajam pela terra, entre a atmosfera e o chão, o que gera pequenas alterações em uma parte muito pequena do campo magnético da terra, que normalmente não é afetada por nada – a parte das baixas frequências.

Qual a importância disso?

Bem, alguém parece ter confundido as ondulações no campo, que são geradas por descargas de raios em algum lugar no globo, com a frequência DO campo magnético – que, como vimos, não existe. E assim criou-se o mito de que o campo magnético da terra tem uma frequência. 



Esse tipo de coisa reverbera pelo planeta inteiro.

A Importância da Ressonância Schumann

A ressonância Schumann é usada para monitorar a atividade elétrica no planeta – ou seja, para medir quantos raios estão caindo na terra ou subindo aos céus. Esse tipo de medição permite a meteorologistas realizarem cálculos para tentar descobrir coisas como qual é a temperatura média do globo.

Em termos esotéricos, não há fontes confiáveis quanto a seus usos. Contudo, se pensarmos em termos de propagação de energias talvez possamos criar uma hipótese relacionada.

Magnético ou Eletromagnético?

Nesse ponto alguns devem estar se perguntando: “Espera, o campo da terra é eletromagnético, não magnético somente. ”

Bem, isso seria um erro.

Um campo magnético é um campo formado por um imã de qualquer natureza. É a força exercida pelos polos desse imã no ambiente ao redor.

Já um campo elétrico é o campo formado por cargas elétricas. Por exemplo, uma caneta de plástico que seja esfregada contra um pano fica eletricamente carregada, e começa a atrair pedacinhos de papel.

A diferença entre o campo elétrico e o magnético, portanto, é a natureza das cargas e o seu movimento. No campo magnético, os polos estão fixos, e são dois. Um positivo, e um negativo.

No campo elétrico, as cargas se movem, e são de apenas uma natureza. Positiva, ou negativa.

Quando um campo elétrico e um campo magnético se influenciam mutuamente no tempo, isso gera um campo eletromagnético – significando que a carga elétrica está passando por uma região magnética, o que faz com que ela “pule” por influência do magnetismo. Isso gera uma frequência eletromagnética.

Assim, campos magnéticos como o do planeta terra não possuem frequência. Campos eletromagnéticos como os que acontecem quando um raio sai das nuvens e chega ao chão, influenciando o campo magnético terrestre, são eletromagnéticos e possuem frequência.

Não existe um campo eletromagnético terrestre que tenha sido medido. Podemos falar de energia telúrica ou geomagnetismo para dizer que há correntes elétricas correndo na superfície do planeta, e que por serem influenciadas pelo campo magnético, devem gerar um eletromagnetismo.

Podemos até mesmo falar que as Linhas de Ley de alguma forma devem gerar influência e serem influenciadas por esse campo, talvez gerando algo parecido com um campo eletromagnético a nível etérico.

Contudo, nada disso é medido, nada disso se relaciona com a teoria da conspiração proposta.

É possível que a espiritualidade superior tenha permitido e talvez até facilitado a difusão dessa teoria para estimular pesquisa e busca de conhecimento nessa área. Mas também é possível que a espiritualidade superior simplesmente não esteja envolvida nessa teoria. Que ela seja um produto de inconsciente coletivo, um simples Hoax, ou uma dedução errada de alguém.



Um campo eletromagnético é formado por dois campos – um elétrico (em vermelho) e um magnético (em azul). 
Mas E Os 8Hz ?
Em primeiro lugar, a frequência de 8Hz não é um Lá. Mesmo que o campo magnético da terra possuísse uma frequência, e que essa frequência fosse 8Hz, ela não se relacionaria aos 432Hz.
As oitavas de uma frequência de 8Hz são as seguintes:
Primeira Oitava : 8hz
Segunda : 16Hz
Terceira : 32Hz
Quarta : 64Hz
Quinta : 128Hz.
Sexta : 256Hz
Sétima : 512Hz.

Em outras palavras, 432Hz nem sequer se aproxima de qualquer Oitava de 8Hz. A frequência mais próxima é a de 512Hz, que é um som desarmônico que existe entre o Sí e o Dó.

Em segundo lugar, os 8hz são provavelmente um arredondamento de um número da frequência de Schumann. Como dito, essa frequência mede picos no campo magnético conforme há descargas de raios em algum ponto do globo. Esses picos ocorrem principalmente a 7.83Hz e a 14.1Hz.  Contudo, podem ser observados em qualquer parte do espectro, de 0hz a 40Hz.

Assim, o que ocorreu é que, provavelmente alguém confundiu essa frequência de 7.83Hz com uma ideia de “coração do planeta”, arredondou para 8Hz e depois misturou isso com alguma teoria da conspiração envolvendo a história da música. Explicarei melhor essa parte da história musical. Mas para título de curiosidade, aqui vão as oitavas relacionadas aos 432Hz e também aos dois picos de Schumann.

O Lá de 432Hz tem os seguintes harmônicos :
216Hz
108Hz
54Hz
27Hz
13.5Hz
6.75Hz.

Harmônicos do Primeiro Pico de Schumann:
7.83Hz
15.66Hz
31.32Hz
62.64Hz
125.28 Hz
250.56Hz
501.12Hz

Harmônicos do Segundo Pico de Schumann:
14,1Hz
28,2Hz
56,4Hz
112,8Hz
225,6Hz
451,2Hz
Notemos que o segundo pico de Schumann é um Lá!
Contudo, é ainda mais agudo que o Lá de 440Hz.




Não estou orgulhoso de ter feito essa piada.

História da Música e Afinações

Qual é o efeito de afinar um instrumento a 432Hz ao invés de 440Hz ou 442Hz?

Bem, quão menor a frequência, mais frouxo o instrumento estará. Se for um instrumento de corda, as cordas serão afrouxadas. Se for um instrumento de percussão como um tambor, o couro ou o material sintético também o serão.

Você já ouviu o som de uma corda de violão um pouquinho mais frouxa do que a afinação normal? Provavelmente já. Por que muitas músicas de Blues são feitas assim. E não é só Blues. Rock também tem afinações alteradas para gerar sons levemente diferentes.

O “basicão” de aprender a tocar um instrumento é tocar na afinação padrão. Mas um músico não vai ser punido pelos deuses por experimentar com seu instrumento. De fato, a ideia de tocar em uma única afinação é coisa muito recente sim.

Em tempos passados, muitos compositores tinham sua afinação de preferência. E nesse ponto começa a teoria da conspiração.

Sim, no passado, afinações mais frouxas eram mais comuns.

Isso não significa que elas eram onipresentes!

Afinações em 415Hz e 418Hz (um pouquinho acima do Lá Bemol) eram tão comuns quanto as afinações em 430Hz. Afinações em 432Hz são precisas demais para afinar de ouvido – e como não haviam muitos metrônomos digitais na época, poder-se-ia esperar que afinação das músicas medievais fosse tudo, menos precisa a nível de diferenciar entre 430Hz e 432Hz. Mas haviam também afinações em 450Hz.

E nesse ponto alguns músicos clássicos estão provavelmente querendo meter-me uma porrada na cabeça, porque, bem, deixe-me contar um segredinho…

O conceito de Hertz (Hz) não existia durante a maior parte da Idade Média! De fato, até mesmo a Escala Musical como eu mencionei aqui nesse texto (7 notas, em oitavas que dobram) passou a existir apenas no século X, com um monge italiano de nome Guido d’Arezzo. Sem mencionar que não existia um padrão universal para a afinação de instrumentos até o século XVIII.

Foi durante a vida de Bach (por volta de 1700) que uma padronização foi iniciada. Há registros de igrejas que possuíam órgãos afinados com um Lá de 374Hz (Inglaterra) a igrejas com Lá de 567Hz (Norte da Alemanha). Ainda assim, acredita-se que durante o século XVIII a afinação padrão tenha sido determinada como algo entre 415Hz e 430Hz. Sabemos que Handel afinava a 422.5Hz e que Mozart, conhecido por ser maçom e escrever músicas para maçons, afinava a 421.6Hz.

Já durante o século XIX, a Sociedade Filarmônica de Londres decidiu por um Lá de 423.7Hz era muito baixo, e mudaram para 452.5Hz, mas logo decidiram que esse novo Lá era alto demais e mudaram de volta para 433.2Hz. Foi durante fim do século XIX que o governo francês resolveu se posicionar e decidir que 435Hz era o valor correto para o Lá, ao que os ingleses tentaram copiá-los, mas sem sucesso devido às condições climáticas da Inglaterra, que desafinavam os instrumentos. Assim, decidiram que o Lá inglês seria de 439Hz.

Por fim, em 1955, uma instituição internacional decidiu que o novo padrão de afinação para o mundo seria de 440Hz.

Que instituição era essa?
Algum governo?
Algum acionista multimilionário?
Hollywood que deve ser dominada pelos iluminati para produzir ideologia e nos tornar todos escravos?
Não.

Foi a International Organization of Standardization (ISO), pela definição ISO16.

Sim, uma ISO.
Sabe a ISO9001 que você busca em uma empresa para saber se ela trata bem seus funcionários? Pois é, existe uma ISO16 que fala qual é o padrão global para música.

O que acontece se você desafiar esse padrão e tocar em outro tom?
Nada.
Absolutamente nada.
Não existe nenhum requerimento. E, como dito, músicos de Blues, Jazz, Rock e até mesmo Heavy Metal fazem isso o tempo todo.
Mas e espiritualmente falando? Bem…. 
Desde que todos toquem na mesma afinação, tá tranquilo. 

Espiritualidade e Música

A espiritualidade está ligada à música. Disso não há dúvidas. E a espiritualidade também está ligada a afinação do instrumento que toca a música.

Porém, a espiritualidade não é algo tão pequeno ou infantil que possa ser resumido a uma frequência de elevação espiritual garantida. Frequências de afinação mais baixas produzem sons mais graves, que dão aquela sensação de algo está tremendo, afetam os chackras mais básicos, vitalizam, centram, prendem a pessoa na terra e trazem uma força primal. Nos fazem querer sentar e mexer nossos corpos apenas de forma mínima.

Já frequências de afinação mais altas produzem sons mais agudos, que dão aquela sensação de que tudo está rápido, mexendo, que estamos em um estado de alerta, que há necessidade de fazer algo, correr, pular. Mas, claro, isso é apenas parte do processo.

Uma balada tocada com afinação alta não necessariamente te fará querer pular, enquanto um funk tocado com afinação baixa pode te fazer animalizado da mesma forma. Especialmente se a diferença na afinação for tão pequena quanto a de 432Hz para 440Hz.

Na realidade, o mero uso da intenção de melhorar a si mesmo durante o ato de ouvir uma música a 432Hz é muito mais importante do que a afinação. Nesse ponto, ouvir músicas a 432Hz pode ser benéfico, ainda que a história de conspiração seja furada.

Música e Sociedade

Afinações modernas tendem a ser mais agudas que as passadas.

Mas não só elas. Também as notas usadas, as melodias criadas, os instrumentos em si, tendem a ser mais agudos, cortantes, agressivos.

Isso é efeito de algum grupo secreto tentando nos tornar agressivos e nos afastar da espiritualidade?

Talvez.
Mas isso parece pouco provável, porque na realidade é apenas a impressão superficial. Há muitas músicas agudas no passado, muitas músicas graves no presente. Há muitas que geram aberturas espirituais, muitas que nos afastam da espiritualidade.

Para levar tudo isso em conta é necessário bem mais do que estudar o ISO16. É preciso levar em conta um mundo mais amplo, onde espiritualidade é parte da vida das pessoas, e não o motivo por detrás de absolutamente tudo.

Sim, espiritualidade não é o motivo último por detrás de tudo. Evolução, espiritualidade, contato com deus. Se somos seres imortais, não há pressa em conseguir nada disso. E, tenhamos certeza, há outros com interesses diversos dos nossos, para quem espiritualidade não é o foco. Respeitemos. Espiritualidade não precisa ser o foco de vida para todos.
A cada qual segundo sua Vontade.

Curiosidades

O significado das notas, que aliás antigamente eram Ut, Re, Mi, Fa, Sol, La e San, é o de serem as iniciais de uma oração a São João.

Ut queant laxis
Resonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum
Solve polluti
Labii reatum
Sancte Ioannes

O significado é: “Para que teus grandes servos, possam ressoar claramente a maravilha dos teus feitos, limpe nossos lábios impuros, ó São João”.

Fonte: http://osolinterno.blogspot.com.br/2017/02/o-mito-da-frequencia-de-432hz.html


segunda-feira, 20 de março de 2017

Ano Novo Astrológico 2017


Ano novo astrológico começa hoje; saiba como isso interfere em sua vida.

Esta segunda-feira (20) é considerada para a astrologia com o dia em que o ano novo astrológico começa. Astróloga explica quais tendências chegam às nossas vidas sob a regência de Saturno; confira detalhes

O ano de 2017 começou no dia 1º de janeiro, certo? Para a astrologia, não é bem assim que as coisas funcionam. O ano novo astrológico acontece só nesta segunda-feira, e a especialista em astrologia Lyziane Menezes explica o motivo. “Isso acontece pela organização dos signos. Segundo a astrologia, o ano novo abre no signo de áries, no dia 20 de março”, afirma.

Pensando astrologicamente, é como se a divisão convencional do ano (os 12 meses) fosse feita pelos signos do zodíaco, trazendo características particulares para cada mês. Lyziane explica, porém, que além das tendências promovidas pelos signos, há uma força mais geral interferindo no bem-estar comum no ano astrológico .

Apesar de não funcionar como o horóscopo chinês, em que cada ano é regido por um signo, os anos astrológicos também têm regentes. Lyziane explica que além da divisão anual, o tempo (astrologicamente falando) também se divide em ciclos. Um desses ciclos dura 9 anos e segundo ela, tanto esse ciclo – que também começa hoje - quanto o ano em que estamos – são regidos por Saturno.


Tendências

Sendo assim, que mudanças Saturno pode promover? “Senhor do tempo, Saturno também é conhecido por ser o planeta das responsabilidades”, diz Lyziane. Segundo ela, estamos saindo do ciclo de Sol, o que pode ter trazido certa sede de finalização nos últimos meses de 2016 e nos primeiros de 2017. Já neste ano, sob a regência do sexto planeta do sistema solar, é possível que as pessoas fiquem mais introspectivas.

Lyziane afirma que Saturno requer um olhar de mais excelência, porque “gosta da coisa bem feita”. Segundo ela, objetivos materialistas podem até se concretizar, mas isso exigirá muito mais empenho e planejamento. “Não dá para esperar muito de questões materiais. Para ganhar dinheiro, por exemplo, é preciso criatividade. Saturno gosta de perfeição e faz com que você olhe para cada coisa da sua vida de maneira a aperfeiçoá-las.”

Segundo ela, é um bom momento para investir em evolução interior e autoconhecimento. “Temos 12 meses para fazer um balanço interior e nos aprimorarmos. É uma boa ideia buscar processos terapêuticos, por exemplo”, explica ela. Além disso, Lyziane diz que Saturno é bastante ligado à ancestralidade, tornando o momento propício para cuidar de situações relacionadas à família.


Saturno no mapa

Lyziane enfatiza que além de tendências comuns, há também questões pessoais que dependerão de saber qual é o posicionamento de Saturno no próprio mapa. O símbolo do planeta aparece circulado no mapa abaixo e você pode fazer o seu mapa astral aqui.

Neste caso, Saturno está na casa de aquário. Seguindo a ordem em sentido horário, as casas são capricórnio, sagitário, escorpião, libra, virgem, leão, câncer, gêmeos e touro.

Reprodução

Neste caso, Saturno está na casa de aquário. Seguindo a ordem em sentido horário, as casas são capricórnio, sagitário, escorpião, libra, virgem, leão, câncer, gêmeos e touro
Os signos do zodíaco representam intervalos no mapa, e cada intervalo é uma casa astrológica . Essas casas representam diferentes aspectos da vida e a presença de saturno em cada uma delas indica qual área da vida você terá alguns nós para desatar durante este ano. Confira o que representa cada uma das casas:

Casa 1 – Áries : representa a identidade, a autoimagem e simboliza coragem e ação

Casa 2 – Touro : é a casa dos aspectos materiais, valores e posses

Casa 3 – Gêmeos : é o intervalo da comunicação, do conhecimento e do intelecto

Casa 4 – Câncer : é a casa da família, das raízes e origens

Casa 5 – Leão : simboliza o prazer, a criatividade e a individualidade

Casa 6 – Virgem : representa o trabalho e também a saúde

Casa 7 – Libra : é a casa dos relacionamentos amorosos, parcerias e associações

Casa 8 – Escorpião : denota transformação, autocrítica e reciclagem

Casa 9 – Sagitário : é o intervalo dos ideais, viagens, estudos (mais relacionados a ensino superior)

Casa 10 – Capricórnio : representa as habilidades e responsabilidades do indivíduo em geral

Casa 11 – Aquário : simboliza inovação, planos e novidades

Casa 12 – Peixes : sob um olhar astrológico, representa a fé e a espiritualidade


Fonte:  http://delas.ig.com.br/comportamento/2017-03-20/ano-novo-astrologico.html

domingo, 19 de março de 2017

A Purificação Planetária


A Purificação Planetária em âmbito global

Os Planetas interligam-se por Leis de Harmonia, que se expressam em energias, que interagem sem perder suas características essenciais; se um deles se perde precisa reajustar-se, o que pode requerer a Lei de Purificação em âmbito global, como sucede com a Terra agora e já aconteceu com vários Planetas como Capela.

O processo purificador inclui toda forma vivente do Planeta. No decorrer deste processo o ser humano vai percebendo em si mesmo várias transformações, até completar-se o ciclo de formação do novo homem.

O caminho é o da elevação das energias e consequente expulsão das forças evolutivas que agem no Planeta.

A Purificação e as Regiões do Planeta

O que ocorre na superfície terrestre obedece à necessidade de equilíbrio cármico num contexto mais coletivo do que individual. Intenso trabalho está se desenvolvendo nos planos sutis da Europa e da Ásia, em especial por intermédio de bases de operações estrategicamente colocadas no Planeta (falaremos disto em outro artigo). Devido à densidade psíquica de algumas regiões como Leste Europeu, Ásia, Norte da África e Oriente Médio, não será possível ajuda no mundo externo mas apenas haverá ajuda nos planos sutis.

Na Península Ibérica e regiões próximas, abrangendo regiões da França, a energia irradiada pelo centro intra-terreno de Lis, somada às energias irradiadas de Lourdes, Fátima e outros lugares não revelados, permitirá uma vibração bem menos densa que nos lugares acima citados. Nesta mesma situação se encontra a região da ex Iugoslávia: Medjugorge.

A Grã-Bretanha apresenta-se na visão espiritual como uma mancha cinza e, em certo nível de consciência não mais existe, faltando somente consumar-se sua desintegração no plano físico.

Muitas são as transformações que podem ocorrer de um momento para o outro no plano material. O compromisso de alguns governos com as forças involutivas, até mesmo por vínculos diretos com magos negros, e outras energias até extraterrestres, torna inevitável uma purificação profunda no nível físico.

As áreas referentes à Oceania, Japão e outras áreas do Continente Asiático, terão a purificação feita em grande parte por fenômenos naturais. O Continente Africano terá seus débitos cármicos sanados por fome e epidemias, desaparecendo quase que por completo, libertando certos vínculos desde a época da Lemúria.

Há indivíduos encarnados a serviço do plano evolutivo, que assistem a estas áreas por intermédio de seus corpos de luz, ancorando energia necessária e despertando mentes.

A Transição Planetária e as Américas

Em regiões como parte da América do Sul e América Central, América do Norte, Austrália, Portugal, Espanha, Suíça e Bélgica, está previsto atendimento a emergências no nível físico, por grupos de serviço e por isso o preparo espiritual dos seres resgatáveis tem sido intenso.

Os centros intra-terrenos, o grupo de servidores da Luz e energias da hierarquia superior estão trabalhando na América do Sul pela vinda de um novo ciclo da humanidade e do Planeta que corporificará a sétima raça.

As modificações na conformação dos Continentes são modificações cíclicas do Planeta, podendo ser mais violentas se acrescidas de purificação psíquica, como foi a Lemúria extinta pelo fogo e a Atlântida pela água.

O Planeta transforma-se com rapidez e a purificação se intensificará. Os que nos planos internos assumiram o compromisso de trabalhar neste momento cósmico, descobrem a alegria crescente em servir e doar-se. O desapego nestes seres é conseqüência natural, pois entendem que a matéria é efêmera e a essência é eterna.

Chegaremos a um ponto em que até a água potável faltará, as terras e rios secarão, a fome e a peste se alastrarão, pais não se entenderão com filhos, as cadeias não segurarão seus presos.

Acudam com palavras, gestos e pensamentos, perdoem e peçam perdão. Sigam confiantes, pois em futuro breve, a paz reinará. A viagem do bem é eterna e segue espiralada para o alto.

Orai e vigiai. Muita Luz.

Fonte: http://www.espiritbook.com.br/profiles/blog/show?id=6387740:BlogPost:2517339&xgs=1&xg_source=msg_share_post

quarta-feira, 8 de março de 2017

Dia Internacional da Mulher


Oração - Missionária da Vida

Ampara o homem para que o homem te ampare.
Não te conspurques no prazer, nem te mergulhes no vício.
A felicidade na Terra depende de ti, como o fruto depende da árvore.

Mãe, sê o anjo do lar.
Esposa, auxilia sempre.
Companheira, acende o lume da esperança.
Irmã, sacrifica-te e ajuda.
Mestra, orienta o caminho.
Enfermeira, compadece-te.

Fonte sublime, se as feras do mal te poluíram as águas, imita a corrente cristalina que, no serviço infatigável a todos, expulsa do próprio seio a lama que lhe atiram.

Por mais te aflija a dificuldade, não te confies à tristeza ou ao desânimo.

Lembra os órfãos, os doentes, os velhos e os desvalidos da estrada que esperam por teus braços e sorri com serenidade para a luta.

Deixa que o trabalho tanja as cordas celestes do teu sentimento, para que não falte a música da harmonia aos pedregosos trilhos da existência terrestre.

Teu coração é uma estrela encarcerada.
Não lhe apagues a luz, para que o amor resplandeça sobre as trevas.

Eleva-te, elevando-nos.

Não te esqueças de que trazes nas mãos a chave da vida, e a chave da vida é a glória de Deus.


Fonte: Meimei (In “Luz no Lar”, Psicografia de Francisco Cândido Xavier, págs.59/60)

quarta-feira, 1 de março de 2017

Virgem é o Signo do Brasil


[...] Sexto signo zodiacal, pertence ao elemento Terra e é regido pelo planeta Mercúrio. Mais recentemente a astrologia lhe atribui um co-regente, que é o asteroide Ceres. Essas informações astrológicas básicas são ensinadas em qualquer livro de astrologia, podem ser úteis para elaborar um perfil de pessoas e também de cidades ou países como fazemos na elaboração de análises de astrologia mundial sobre o Mapa da Independência do Brasil que publicamos a cada ano. Brasil, um país virginiano. De fato, a história nos ensina que Dom Pedro II declarou a Independência num dia 07 de Setembro de 1822, as 16:20h aproximadamente. (Provavelmente entre 16:14 e 16:25h). E enquanto o aniversário do país não acontece, e cuja análise farei no próximo artigo, desejo examinar aqui o ciclo que o planeta Júpiter promove enquanto transita ao redor do Sol e antes que ele saia do signo de Virgem no próximo dia 13/09. No momento do aniversário do Brasil (da Revolução Solar) o planeta se encontrará no último grau do signo que é considerado um signo carmático. Mas voltemos à Júpiter! 

Júpiter, o grandão! O maior planeta do sistema solar é considerado o grande benéfico e leva 12 anos para fazer a sua circunvolução ao redor do Astro-Rei. Quando a astrologia interpreta a dança planetária está se referindo à sua representação energética e ao modelo de organização biológica que cada astro de nosso sistema solar representa. Para compreender a natureza de Júpiter e sua manifestação, devemos nos remeter ao Deus do Olimpo, Zeus, do qual emprestou o nome. Segundo a Mitologia, Júpiter, ou Zeus, era filho de Cronos, pai de Minerva, Marte e Vênus e das Nove Musas, e também de inúmeros filhosmortais pois ele era bastante aventureiro e conquistador. De fato, não hesitou em se transformar em touro branco para conquistar a princesa Europa, e nem em cisne branco para conquistar Leda! E não é que o trânsito de Zeus no signo do nosso país nos trouxe os Jogos Olímpicos? 

Ao associar o planeta ao arquétipo representado por um Deus greco-romano, a astrologia indica qual será a energia manifestada que acabará sendo transmitida aos natos do signo do qual ele é regente, Sagitário. Também podemos associá-la aos natos do signo de Peixes que ele regia antes do descobrimento de Netuno. Essa manifestação é chamada de princípio, no pensamento astrológico. O princípio manifestado por Júpiter é aquele da expansão e da graça. Ela se traduz numa sensação de otimismo, fé e confiança no futuro, e promove o desejo de se aperfeiçoar no saber seja como ser humano que como ser espiritual. Quando ela se manifesta no elemento Fogo, como em Sagitário, cria a necessidade de alimentar o Espírito; quando se manifesta no elemento Água, cria a necessidade de expandir a Alma; quando se manifesta no elemento Terra cria a necessidade de uma conscientização sobre a responsabilidade da vida material; quando se manifesta no elemento Ar, cria a necessidade de buscar o Conhecimento. 


Nesses últimos doze meses, Júpiter tem transitado no signo de Virgem e ingressará no signo de Libra no dia 10 de Setembro. Geralmente ele retrograda durante três ou quatro meses, nos primeiros meses do ano. Durante o período de retrogradação, as promessas feitas pelo planeta quando do seu ingresso num signo, parecem estancar para oferecer uma oportunidade de revisão das atitudes e iniciativas tomadas. Na marcha direta, ele ajudará na sua realização definitiva. Mas Júpiter não significa somente expansão, fé, otimismo e evolução espiritual, mas também senso de justiça. O signo que ele rege, Sagitário, tem analogia com os juízes, advogados e com a Lei de maneira geral. Será que dá para imaginar por que nesse último ano esse tal assunto da justiça esteve na cabeça da maioria dos brasileiros e porque um juiz em particular se tornou tão popular? Sincronicidade. No caso das ações da justiça, ele teve ajuda de Saturno que está ainda, e trânsito em Sagitário...

Como não existem coincidências, mas existe somente sincronicidade, deduzo que, com o trânsito de Júpiter sobre o Sol do Brasil, estamos iniciando um novo ciclo de doze anos, durante os quais nos tornaremos mais conscientes e evoluiremos como indivíduos e como coletividade. Por que, então, não aproveitar esse momento para fazermos a nossa parte? Que tal nos preparar para o ingresso de Júpiter em Libra? 

Por Graziella Marraccini 
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=15572

Seres da galaxia de Sirius e de Orion


Os Felinos 

Eles são de um universo que já se completou. Chegaram em nossa galáxia quando ela estava sendo construída. Foram convidados pelos Construtores e pela Hierarquia Espiritual Universal para serem os mestres geneticistas do nosso universo. Eles residem em uma estrela na constelação de Sírius conhecida como Sírius A e não devem ser confundidos com os Humanos que colonizaram Sírius B. Eles viviam em Sírius A muito tempo antes dos Humanos de Lyra chegarem.


Tiamat (antiga Terra) foi criado da implosão de Sírius B, assim como Nibiru. Quando se decidiu criar uma Força Estelar, este gigantesco pedaço de rocha que flutuava no espaço perto das Plêiades foi localizado por meus antepassados e foi transformado em uma Força Estelar/planeta. Assim vocês poderiam dizer que Nibiru é Síriano e Pleiadiano. Os Felinos são os mestres geneticistas de nosso universo, como eram também deles mesmos. Eles criaram todas as formas de vida nos planetas e estrelas em nosso universo. Isto inclui vegetação, animais, e os veículos físicos que as almas usam para sua encarnação. Eles são seres altos, com cabelos vermelho-dourado e, normalmente, olhos castanhos ou verde-dourado. Os Felinos são seres poderosos, altamente evoluídos, amorosos, gentis e de natureza benevolente. Eles também cuidam das almas que sofreram severos danos emocionais nas encarnações e que são enviadas aos Felinos para serem tratadas depois da morte. 


Os Felinos vivem na 6ª dimensão para executar o trabalho deles, embora sejam seres de dimensões mais elevadas. A 6ª dimensão é a dimensão da criação, onde a energia torna-se física. Os Felinos trabalham muito unidos com as Hierarquias Espirituais dos diferentes planetas e galáxias em nosso universo. Quando é decidido que uma alma-grupo precisa de um planeta e um veículo físico para encarnação, são os Felinos que são nomeados para a tarefa de preparar o planeta e criar os corpos. Houve tempos em que eles também criavam planetas. 


 Os Carians 

Os Carians são um grupo de seres altos. Eles vieram do mesmo universo dos Felinos - viveram em Sírius A junto com os Felinos. O propósito dos Carians é atuar como uma raça protetora para a evolução dos veículos físicos em um determinado planeta ou estrela. Foram os Carians que protegeram a evolução dos humanos Lyrianos primitivos dos Répteis que desejavam destruí-los. Os Carians trabalham de mãos dadas com os Felinos. Eles provêem proteção para planetas e estrelas que ainda estão desenvolvendo uma raça guardiã de seres, como os Humanos. A tarefa deles está completa quando os guardiães daquele reino evoluem a ponto de eles mesmos protegerem o planeta. Os Carians assumiram a responsabilidade de proteger as colônias Humanas em nossa galáxia, antes de Nibiru ser criado. 


Os Répteis 

Os Répteis são conhecidos por muitos como os Reptilianos. Eles foram criados muito tempo antes dos Humanos, no planeta de Aln, na constelação de Órion. Os Répteis foram criados primeiro e isto os tornou tecnologicamente superiores. Eles já tinham realizado viagens espaciais quando nós, os Humanos, ainda emergíamos dos oceanos em Vega. 

Os Répteis, também conhecidos como as Serpentes, os Dragões, e os Lagartos (afetuosamente chamado por alguns, de Lizzies), possuem vários tipos, cores e tamanhos. Eles normalmente são verdes, marrons, bronze, negros ou uma combinação de qualquer uma destas cores. Seus olhos são verdes ou vermelhos. A pele é escamosa ou lisa e fria ao toque. Eles possuem as sensações dos cinco sentidos, mas não todas as emoções. A morada base dos Répteis é a constelação de Órion e seu vizinho Sigma Draconi, onde o povo Dragão vive. Os Répteis colonizaram muitos planetas e sistemas estelares em nossa galáxia. A eles foi conferido o “mito da criação” que declarava que eles eram os “donos da galáxia” e tinham o direito de colonizar qualquer planeta ou estrela que desejassem. E se houvesse uma raça não-réptil presente, eles poderiam e deveriam destruí-la. Agora você pode imaginar como as outras raças se sentiam! Este “mito da criação” causou a morte e destruição de muitos planetas e povos em ambos os lados. Mas, deixem-me relembrá-los: os Répteis foram criados por ordem dos Construtores para representar o masculino, ou lado escuro, e os Humanos foram criados para representar o feminino, ou lado luminoso, neste Jogo de Integração das Polaridades. Assim, por favor, não os julgue, porque eles estão apenas desempenhando seus papéis. Os Répteis colonizaram a Terra mais de uma vez. Eles a colonizaram inicialmente quando ela ainda era Tiamat, e então novamente, depois que Tiamat rachou ao meio e se tornou conhecido como Terra. Mas, a segunda vez não foi uma colonização propriamente dita. Foi, na verdade, a reorganização dos remanescentes dos Répteis que tinham ido para o subterrâneo durante e depois da destruição de Tiamat. As cobras e lagartos dos seus dias atuais são os descendentes dos Répteis. Os dragões também existiam aqui, e seus mitos de dragões voadores não são mitos de forma alguma. Eles eram reais! Os Répteis são mais avançados tecnologicamente -(masculino, escuro), do que espiritualmente -(feminino, luz). Isto é o que eles estão aprendendo a equilibrar, da mesma maneira que nós os Humanos estamos aprendendo a equilibrar o outro modo. 


Os Répteis ouviram certos rumores galácticos de que um novo planeta estava pronto para sustentar Vida. Como eles acreditavam que era seu direito, partiram para Tiamat para colonizá-lo. Quando eles chegaram, encontraram a civilização de primatas humanos evoluindo sob a guarda dos Sirianos Etéricos. Os Construtores permitiram aos Répteis colonizarem Tiamat porque eles sentiam que esta nova tentativa de integração das polaridades provavelmente seria bem-sucedida. Os Sirianos Etéricos começaram a enviar energia positiva para aos Répteis, na esperança de amansá-los e ajudá-los a se libertar das lendas referentes à criação deles. Se isto acontecesse, os Répteis poderiam trabalhar e viver em harmonia com a raça dos primatas. Durante algum tempo isto aconteceu. A Linhagem Real Amelius era a única descendência humana pura no universo. Assim, teve que ser mantida separada para assegurar sua pureza para futuros aperfeiçoamentos do DNA. Este aprimoramento tornou, os agora Humanos, mais parecidos com os Répteis. Embora eles ainda não fossem tão tecnologicamente avançados, eles eram mais evoluídos espiritualmente, e maturidade espiritual por parte de pelo menos uma raça é uma necessidade para que a integração das polaridades possa ocorrer. Dezessete gerações mais tarde eu, Anu, me tornei o governador/comandante de Nibiru. Eu transferi a Linhagem de Amelius para a Terra através de uma criança minha. A Linhagem de Amelius também foi transferida para a Terra através do próprio Amelius, encarnando como Adapa (o Adão). Entretanto esta não era uma descendência pura, pois Adão levava os genes de todas as quatro raças raízes universais. As duas Linhagens de Amelius fundiram-se na Real Linhagem Sacerdotal da Suméria. Isto aconteceu através do envolvimento (acasalamento) de meus membros familiares com a Linhagem de Adão através de Seth, o terceiro filho de Adão. Terah, o pai de Abrahão, nasceu desta linhagem real de Reis-Sacerdotes. A Casa Real de Judah e David foi um prolongamento desta mesma linhagem, através do bisneto de Abrahão, Judah, um dos doze filhos de Jacó. De fato, toda a humanidade viva hoje no planeta é descendente de uma ou de ambas as Linhagens de Amelius. 


Os Humanos 

A raça humana evoluiu a partir de Vegan, sistema estelar da constelação de Lyra, no planeta Avyon. Como eu mencionei antes, os Humanos foram criados à imagem dos Felinos. A eles foi dado um “mito da criação” diferente do mito dado aos Répteis. O mito de criação Humano especifica que os Humanos também podem colonizar qualquer planeta ou estrela que eles escolherem, mas, se eles encontrarem outra raça no planeta, eles têm que negociar um tratado de paz e se esforçar para viver em harmonia com a raça vizinha.   Répteis e Humanos mantêm uma característica pura do DNA para futura semeadura. Estas são as Casas Reais: a Casa Real dos Répteis é a Casa de Aln e a Casa Real dos Humanos é a Casa de Avyon, mencionada anteriormente. 

Uma vez que os humanos em Avyon tinham evoluído ao ponto de realizarem viagens espaciais, eles colonizaram outro planeta na constelação de Lyra. Eles nomearam o planeta com o nome Avalon. A nova colônia foi estabelecida como uma sociedade feminino-polarizada, em harmonia com o sistema social de Avyon. Logo os Répteis chegaram trazendo com eles sua tecnologia superior e a sua forma masculino-polarizada de sociedade. Isto foi bom porque eles criaram a primeira oportunidade para integração de polaridades. Infelizmente, sem experiência e conhecimento espiritual suficiente, divergências e conflitos aconteceram. Os Répteis se sentiram ameaçados quando perceberam que os Humanos estavam saindo de Avyon. O que aconteceria se os Humanos assumissem o comando da galáxia inteira? Onde eles, os Répteis, viveriam? Na mente deles este esforço pioneiro tinha que ser bloqueado. No princípio não havia uma confrontação direta entre os Répteis e os Humanos. Esta não era a maneira Réptil usual de agir. Ao invés disso, os Répteis fizeram a coisa que mais sabiam fazer: começaram a se infiltrar na colônia e semear a discórdia entre as pessoas, enquanto, ao mesmo tempo, cortejavam a amizade e a confiança dos Humanos, oferecendolhes a sua tecnologia. Isto criou uma divisão entre aqueles que queriam evoluir espiritualmente e aqueles que queriam evoluir tecnologicamente. A discórdia continuou a crescer, até chegar ao nível da guerra civil, momento em que os Répteis saltaram para o lado dos colonos masculinamente propensos, e o resultado foi a quase destruição da colônia e do planeta. Depois da quase destruição da colônia de Avalon, os Construtores decidiram mover os Humanos para Sírius B, para continuar trabalhando na integração das polaridades masculino/feminino, mas desta vez sem a interferência dos Répteis. Este plano teve um sucesso parcial. O que aconteceu foi uma maior divisão entre os, agora, Humanos Sirianos (o nome deles foi mudado de Humanos Lyrianos para Humanos Sirianos). Um grupo humano não-fisico, os Sirianos Etéricos evoluídos, dedicou-se à busca do conhecimento espiritual e cura, acentuando a polaridade feminina e o modo de vida Lyriano. O líder deste grupo não foi outro, senão Amelius (um aspecto de Jesus/Sananda). O restante dos Humanos Sirianos escolheu permanecer em um estado físico, masculino polarizados - os Sirianos Físicos. Uma vez mais os Construtores e as Hierarquias Espirituais sentiram a necessidade de mover ambos os grupos de Humanos para novos locais para que pudessem continuar trabalhando na integração das polaridades. Desta vez, os planetas escolhidos foram Aln na Constelação de Órion, e Tiamat. Esperava-se que esta mudança os permitisse entender melhor a si mesmos e à polaridade masculina deles, estando no mesmo planeta com os Répteis. Mas isto não deixou os Répteis muito felizes, e não demorou muito para as batalhas começarem, e a colônia de Aeonian quase foi destruída. Os colonos Humanos foram transformados em escravos pelos Répteis. Finalmente a colônia Alniana foi reconstruída e o drama da integração das polaridades continuou, mas agora havia um novo jogador no jogo: a Liga Negra. A Liga Negra começou como um pequeno grupo de Humanos de Órion que formaram uma Liga de oposição ao abuso de poder dos Répteis que os haviam escravizado. Mais tarde um grupo da Liga Negra escaparia de Órion e viajaria para Tiamat, em busca de um novo começo. A vida transcorria conforme planejada, até que um grupo de Sirianos Etéricos começou a “passar o tempo” em corpos de animais no planeta. Depois de um tempo, isto se tornou uma real preocupação para os Sirianos Etéricos restantes. Eles estavam bem cientes que “o pensamento se torna realidade”, e se seus irmãos e irmãs continuassem a passar o tempo nesses corpos, eles esqueceriam que eram etéricos e ficariam grudados ao corpo daqueles seres. A espécie Humana na Terra experimentou esta mesma situação. Os seres humanos esqueceram que são almas em corpos físicos. Em vez disso, acreditaram que são corpos físicos com almas. Foi isto que ocorreu com os Sirianos Etéricos. Devido à Lei Cósmica do Livre-Arbítrio, os restantes dos Sirianos Etéricos não podiam impedir, interferir nesta escolha de seus irmãos e irmãs. Assim, um plano foi feito para corrigir a situação. Uma porção dos Sirianos Etéricos se tornaria os Sirianos Crísticos e criaria o Ofício do Cristo. Ele seria ligado à Hierarquia Espiritual Planetária e supervisionaria a operação de resgate de seus irmãos e irmãs que estavam em corpos animais (Sirianos Terrestres). Este plano, como a maioria dos planos galácticos, levaria muitos milhões de anos para se completar. 

Agora, de volta para Tiamat. 

Os Humanos e os Répteis viveram em relativa harmonia por algum tempo. As Serpentes Reptilianas se assentaram de um lado dos Humanos e os Dragões Reptilianos povoaram de outro. Mas, essas esperanças foram por água abaixo quando um grupo de membros Reptilianos do Conselho de Órion chegou em Tiamat para investigar. Eles tinham ouvido as notícias sobre esta maneira harmoniosa de viver e não estavam satisfeitos, pois isso era uma clara transgressão da lenda da criação deles - o mito da criação reptiliana, que dizia que “onde houvesse um planeta habitável era direito deles colonizarem e destruírem qualquer raça que ali existisse”. Os Humanos deveriam ter sido destruídos. Eles falaram insistentemente com o governante da família dos Répteis, mas não conseguiram mudar a mente deles. Assim, decidiram fazer a “coisa habitual” reptiliana: Começaram a disseminar sementes de desconfiança entre os Répteis. Começaram a falar para eles que os Humanos estavam secretamente planejando destruí-los para ficar com Tiamat para si. Isto exigiu do Conselho de Órion cerca de 10.000 anos até a concretização do plano. 


Anthu 

Um plano foi feito. Os Humanos deixariam Tiamat e mudariam para a nave espacial Pégasus, para continuar sua evolução. Os Sirianos Etéricos que não se tornaram Sirianos Terrestres (em corpos animais) passariam por mutação, tornando-se primatas aquáticos (baleias e golfinhos) e voltariam ao planeta para manter a biosfera, até que seus irmãos e irmãs, os Sirianos Terrestres, pudessem mais uma vez construir uma nova raça de veículos humanos para os Sirianos Etéricos usarem para cumprir seus deveres de guardiões da Terra. Nibiru seria enviado para destruir as colônias Reptilianas, implodindo os geradores de fusão localizados no meio da fortaleza Humana (Tiamat). Os geradores de fusão mantinham os campos de força magnéticos e elétricos de Tiamat. Uma vez os geradores de fusão fossem destruídos, Tiamat ficaria sem vida e 98% das civilizações dos Répteis seriam destruídas. Os “mutantes” que eram parte Sirianos Etéricos e parte animal também seriam destruídos, libertando assim as almas dos Sirianos Etéricos que os habitavam. Mas eles, como os Répteis, não seriam totalmente destruídos. Uma pequena porção deles sobreviveria, passando a viver nos subterrâneos. É dito que velhos hábitos dificilmente morrem, e este foi o caso dos Sirianos Etéricos eles voltariam à Nova Terra e continuariam no ciclo encarnacional dos animais. Jelaila Starr, é canalizadora e autora do livro “Nós somos os Nibiruanos”, escrito através de mensagens canalizadas de Anu, um ser extraterrestre. 

Fonte: http://luzazuldegaia.blogspot.com.br/2016/08/os-seres-da-galaxia-de-sirius-e-de-orion.html